Escola de Redes

Informação

FLUZZ

Publicação online da versão preliminar do livro de Augusto de Franco (2011): FLUZZ - Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

Membros: 55
Última atividade: 4 Jul, 2016

A APRESENTAÇÃO E OS CAPÍTULOS DO LIVRO FLUZZ

 

A Série FLUZZ reeditada em 9 booklets: para baixar clique aqui

 

FLUZZ EM 9 BOOKLETS

O livro Fluzz deu origem a uma série de textos menores que foram revisados, editados e publicados de forma autônoma:

Série FLUZZ Volume 1 A REDE = http://goo.gl/8XKn4

Série FLUZZ Volume 2 HIGHLY CONNECTED WORLDS = http://goo.gl/b59dN

Série FLUZZ Volume 3 PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO = http://goo.gl/gkzND

Série FLUZZ Volume 4 NÃO-ESCOLAS = http://goo.gl/kgWpm

Série FLUZZ Volume 5 SEM RELIGIÃO E SEM IGREJA = http://goo.gl/GXFBW

Série FLUZZ Volume 6 A NOVA POLÍTICA = http://goo.gl/DJsjc

Série FLUZZ Volume 7 OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO = http://goo.gl/Mh4vi

Série FLUZZ Volume 8 NETWEAVER HOWTO = http://goo.gl/5ofP6 

Série FLUZZ Volume 9 BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ = http://goo.gl/k6Wy5

 

A palavra ‘fluzz’ nasceu de uma conversa informal do autor, no início de 2010, com Marcelo Estraviz, sobre o Buzz do Google. O autor observava que Buzz não captava adequadamente o fluxo da conversação, argumentando que era necessário criar outro tipo de plataforma (i-based e não p-based, quer dizer, baseada em interação, não em participação). Marcelo Estraviz respondeu com a interjeição ‘fluzz’, na ocasião mais como uma brincadeira, para tentar traduzir a idéia de Buzz+fluxo. Ulteriormente a idéia foi desenvolvida no livro Fluzz: vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio (2011) e passou a não ter muito a ver com o programa mal-sucedido do Google. Fluzz (o fluxo interativo) é um conceito complexo, sintético, que talvez possa ser captado pela seguinte passagem: “Tudo que flui é fluzz. Tudo que fluzz flui. Fluzz é o fluxo, que não pode ser aprisionado por qualquer mainframe. Porque fluzz é do metabolismo da rede. Ah!, sim, redes são fluições. Fluzz evoca o curso constante que não se expressa e que não pode ser sondado, nem sequer pronunciado do “lado de fora” do abismo: onde habitamos. No “lado de dentro” do abismo não há espaço nem tempo, ou melhor, há apenas o espaço-tempo dos fluxos. É de lá que aquilo (aquele) que flui sem cessar faz brotar todos os mundos... Em outras palavras, não existe uma mesma realidade para todos: são muitos os mundos. Tudo depende das fluições em que cada um se move, dos emaranhamentos que se tramam, das configurações de interação que se constelam e se desfazem, intermitentemente”.

 


AUGUSTO DE FRANCO
Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

Apresentação (Clique no link para ler)


Tudo é fluzz | 0 link
No “lado de dentro” do abismo | 1 link
No multiverso das interações | A fonte que só existe enquanto fluzz só pode ser conhecida enquanto interagimos, quer dizer, enquanto estamos nela link
Mundos que se descobrem em rede | O social não é o conjunto das pessoas, mas o que está entre elas link
É o social, estúpido! | As redes sociais não surgiram com as novas tecnologias de informação e comunicação link
O nome está dizendo: redes sociais | Redes sociais são pessoas interagindo, não ferramentas link
É comunicação, não informação | Redes sociais não são redes de informação link
É interação, não participação | Redes sociais são ambientes de interação, não de participação link
Padrões, não conjuntos | Os fenômenos que ocorrem em uma rede não dependem das características intrínsecas dos seus nodos link
Conhecimento é relação social | O conhecimento presente em uma rede não é um objeto, um conteúdo que possa ser arquivado e gerenciado top down link
A chefia é contra a liderança | Hierarquia não é o mesmo que liderança link
Nenhuma hierarquia é natural | A escassez que gera hierarquia é aquela introduzida artificialmente pelo modo de regulação link
Poder é uma medida de não-rede | Centralização (hierarquização) não é o mesmo que clusterização link
Autoregulação significa sem-administração | Em redes distribuídas não se pode diferenciar papéis ex ante à interação link
Pessoas, não indivíduos | Não podem existir pessoas (seres humanos) sem redes sociais link
As redes sociais já são a mudança | As redes sociais distribuídas não são instrumentos para realizar a mudança: elas já são a mudança link
Aranhas não podem gerar estrelas-do-mar | É inútil erigir uma hierarquia para realizar a transição de uma organização hierárquica para uma organização em rede link
No “lado de fora” do abismo | Ficamos do “lado de fora” do abismo quando nos protegemos da interação link
Inumeráveis interworlds | 2 link
Highly Connected Worlds | Seu mundo-fluzz é sua timeline link
Interworlds | A nova internet – interconnected networks – são os incontáveis interconnected worlds link
Pessoa já é rede | 3 link
Gholas sociais | Um ghola não é um borg link
Pessoas são portas | “Toda pessoa é uma nova porta que se abre para outros mundos” link
Anisotropias no espaço-tempo dos fluxos | 4 link
Deformando a rede-mãe | Na ausência do poder as redes tendem a permanecer distribuídas link
Perturbações no campo social | A nuvem que envolve-e-se-move-com uma pessoa conectada tem a capacidade de “sentir” perturbações no campo social link
Destruidores de mundos | Persistimos erigindo organizações que não são interfaces adequadas para conversar com a rede-mãe link
Hifas por toda parte | 5 link
A perfuração dos muros | Quando a porosidade aumentar, os muros vão começar a ruir link
A construção de “membranas sociais” | Deixar a interação pervadir um sistema não significa propriamente fazer, mas – ao contrário – não-fazer: não-proibir, não-selecionar caminhos... link
O terceiro milênio já começou? | 6 link
Miríades de aldeias globais | Não é que haja uma rede cobrindo o mundo. É que mundos são redes link
Pensar e agir glocalmente | Não pode haver um pensar global: seriam pensares, e eles seriam tantos quantos os locais onde foram pensados link
Aprender a fluir com o curso | A idéia de salvar alguma coisa, arquivá-la (como quem estoca recursos) para prorrogar a sua durabilidade, é uma idéia contra-fluzz link
Alterando a estrutura das sociosferas | 7 link
Aprendizagem, não ensino | As escolas foram urdidas para nos proteger da experiência da livre aprendizagem link
Autodidatismo, não heterodidatismo | Eu busco o conhecimento que me interessa do meu próprio jeito link
Alterdidatismo, não heterodidatismo | “Eu guardo o meu conhecimento nos meus amigos” link
Não-escolas: a escola é a rede | Nós produzimos nosso conhecimento comunitariamente (em rede) link
Matar a escola = matar o Buda | Quando o mestre está preparado, o discípulo desaparece link
Espiritualidade, não religião | Formas pós-religiosas de espiritualidade, livres das ordenações das burocracias sacerdotais link
Quem disse que os deuses não existem? | Os deuses das religiões foram problemáticos porque foram hierárquicos e autocráticos como as religiões que os construíram link
Ecclésias, não ordens sacerdotais | Seus irmãos e irmãs estão espalhados em múltiplos mundos. Para achá-los você tem que remover o firewall e expor-se à interação link
Não há uma ordem pré-existente | A ordem está sempre sendo criada no presente da interação link
Não-igrejas: porque não existe mais caminho | O objetivo é ser pessoa, nada além disso link
Máquinas para privatizar a política | Os partidos são artifícios para nos proteger da experiência de política pública link
Autocratizando a democracia | É um absurdo pactuar que o acesso ao público só se dê a partir da guerra entre organizações privadas link
Não-partidos | Redes de interação política (pública) exercitando a democracia local na base da sociedade e no cotidiano dos cidadãos link
Estado | Um delírio de raiz belicista link
A nação como comunidade imaginária | A nação não é uma comunidade concreta. É uma comunidade imaginária, de certo modo inventada e patrocinada pelo Estado e seus aparatos link
A falência da forma Estado-nação | A maior parte dos Estados-nações não deu certo link
O reflorescimento das cidades | Cidades transnacionais, cidades-pólo tecnológicas, redes de cidades e cidades-redes link

As cidades na glocalização | Estados são artifícios para proteger as pessoas da experiência do localismo cosmopolita link
Comunitarização | As novas Atenas serão milhões de comunidades link
Cidades inovadoras, não-Estados-nações | Cidades inovadoras – como redes de comunidades – em rota de autonomia crescente em relação aos governos centrais que tinham-nas por seus domínios link
Negócios em rede | Administrar pessoas como forma de conduzí-las a gerar valor para se apropriar de um sobrevalor, é uma função social própria de uma época de baixa conectividade social link
Apaches, não aztecas | A empresa hierárquica foi criada para proteger as pessoas da experiência de empreender link
Não-empresas-hierárquicas | Redes de stakeholders – demarcadas do meio por membranas (permeáveis ao fluxo) e não por paredes opacas – são as novas comunidades de negócios dos mundos que já se anunciam link
O fim do trabalho | Boa parte do que chamamos de trabalho se exercerá como divertimento, jogos, creative games link
Reprogramando sociosferas | Basta que você se dedique a “fazer” redes para inocular um virus nos programas verticalizadores link
Os mantenedores do velho mundo | 8 link
Ensinadores | Os primeiros ensinadores – os sacerdotes – ensinavam para reproduzir (ou multiplicar os agentes capazes de manter) seu próprio estamento link
Mestres e gurus | Todos são mestres uns dos outros enquanto se polinizam mutuamente link
Codificadores de doutrinas | Eles produzem narrativas para que você veja o mundo a partir da sua ótica, quer dizer, para que você não veja os múltiplos mundos existentes link
Aprisionadores de corpos | O fundamental para os aprisionadores de corpos é manter seus trabalhadores fora do caos criativo link
Construtores de pirâmides | O indivíduo não é o átomo social; para ser social, é preciso ser molécula link
Fabricantes de guerras | O único inimigo que existe é o fazedor de inimigos link
Condutores de rebanhos | O modo intransitivo de fluição que gera o fenômeno da popularidade do líder de massas é uma sociopatia link
Eles já estão entre nós | 9 link
Mentiras pregadas em nome da ciência | Os sobreviventes não são selecionados por seu sucesso evolutivo link
Os indicadores de sucesso | Destacar-se dos demais, triunfar, vencer na vida, subir ao pódio onde cabem apenas alguns poucos link
Hubs | Qualquer iniciativa na rede social que não conte com seus principais hubs encontrará mais dificuldades para “conversar” com a rede-mãe link
Inovadores | Em mundos altamente conectados um inovador também tende a cumprir um papel social mais relevante do que o dos colecionadores de diplomas link
Netweavers | Todas as pessoas têm uma porção-netweaver. Se não fosse assim, não poderiam ser seres políticos link
Netweaver howto | Há dez anos Eric Raymond concluiu a última versão do seu H4ck3r Howto. Entrando em uma época-fluzz, vamos precisar de um N3tw34v3r Howto link
Eles já estão entre nós | Nos Highly Connected Worlds o que vale são suas antenas link
Mundos-bebês em gestação | 10 link
Não globalglocal swarming | Um mundo mais-fluzz quer dizer muitos mundos-fluzz link
Desobedeça | Uma inspiração para o netweaving link
Inove permanentemente | Colocar-se em processo de inovação permanente é viver em processo de Ítaca (ou em processo de fluzz) link
Saia já do seu quadrado | “Cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado (4x) / Eu disse: Ado a-ado cada um no seu quadrado/ Ado a-ado cada um no seu quadrado” link
Inicie agora a transição | Nos já descobrimos a “fórmula”: é a rede distribuída link
Afinal, redes são apenas (múltiplos) caminhos | “Ah, sim, isso é evidentemente óbvio” link
Bem-vindos aos novos mundos-fluzz | 11 link
Quebrando as cadeias | Mundos sociais criam-se a si mesmos à medida que se desenvolvem = fluzz link
Clustering | Deixando as forças do aglomeramento atuarem link
Swarming | Deixando o enxameamento agir link
Cloning | Deixando a imitação exercer seu papel link
Crunching | Deixando os mundos se contrairem link
Conversando com a rede-mãe | Você só precisa construir interfaces link
Pulando no abismo | Não existe o escolhido. Todos nós somos escolhidos quando colhidos por fluzz link
Bibliografia link

Fórum de discussão

THE RECORD OF LINJI

PDF em anexo.Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 20 Out, 2013.

FLUZZ SÉRIE COMPLETA

As nove partes da Série FLUZZ de Augusto de Franco (2011-2013) reunidas em um único volumeContinuar

Iniciado por Augusto de Franco 15 Abr, 2013.

A SÉRIE FLUZZ REEDITADA EM 9 BOOKLETS

A palavra ‘fluzz’ nasceu de uma conversa informal do autor, no início de 2010, com Marcelo Estraviz, sobre o Buzz do Google. O autor…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 22 Set, 2012.

PDF OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO

OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO em PDF para download free:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 26 Maio, 2012.

PDF BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ

BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ em PDF para download free:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 26 Maio, 2012.

PDF PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO

PDF do PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO | O mundo não vai virar uma aldeia global, não há um pensar global e um agir local e sustentabilidade não tem nada a ver com guardar recursos para as gerações futuras. Para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 25 Maio, 2012.

PDF HIGHLY CONNECTED WORLDS

PDF para download free do texto HIGHLY CONNECTED WORLDS | Os novos mundos altamente conectados do terceiro milênio:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 25 Maio, 2012.

PDF NETWEAVER HOWTO

NETWEAVER HOWTO | Como se tornar um netweaver em PDF para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 25 Maio, 2012.

PDF NÃO-ESCOLAS

PDF para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 24 Maio, 2012.

PDF A PUBLICIZAÇÃO DA POLÍTICA

PDF para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 24 Maio, 2012.

Caixa de Recados

Comentar

Você precisa ser um membro de FLUZZ para adicionar comentários!

Comentário de Augusto de Franco em 3 abril 2011 às 6:59
Comentário de Augusto de Franco em 16 março 2011 às 7:42

Comentário de David de Ugarte no seu blog em 12/03/2011:

Augusto de Franco acaba de publicar «Fluzz», un libro estupendo, fundamental para conocer el pensamiento de uno de los activistas y teóricos más importantes del mundo hoy. La presentación se linca con los capítulos en formato pdf que pueden descargarse también libremente por separado o en bloqueComentar post (2)

Comentário de Augusto de Franco em 18 fevereiro 2011 às 6:28
Sim Julio. Pendurei acima uma versão só um pouquinho mais corrigida.
Comentário de Julio Carvalho em 15 fevereiro 2011 às 17:44
Já pode divulgar Augusto?
Comentário de Augusto de Franco em 15 fevereiro 2011 às 6:26
Bem, Maria Thereza, então vai aqui uma versão preliminar integral de FLUZZ para download em PDF.
Comentário de Maria Thereza do Amaral em 7 fevereiro 2011 às 10:23

.

Augusto, faz uma versão integral em e-book.

.

 

Não fiz, Maria Thereza, porque estou negociando com editoras que ficarão arrepiadas com isso... De qualquer modo, meu compromisso é disponibilizar o conteúdo (entregando-o ao Domínio Público) e não uma forma editorial particular.

Comentário de Vera Maria dos Santos Moreira em 7 fevereiro 2011 às 9:44
Bingo!
Comentário de Augusto de Franco em 7 fevereiro 2011 às 9:39
Agora basta clicar nos links acima. Aquela publicação de títulos dos fóruns estava dando confusão.
Comentário de Jaime Tak em 7 fevereiro 2011 às 8:42
Vera, clique em 'exibir todos' no fórum acima. Fluzzaeee!
Comentário de Vera Maria dos Santos Moreira em 7 fevereiro 2011 às 8:38
Cadê o cap 1 e 2 ? Estão junos com o 0 ?
 
 
 

© 2019   Criado por Augusto de Franco.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço