Escola de Redes

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FLUZZ

Publicação online da versão preliminar do livro de Augusto de Franco (2011): FLUZZ - Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

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Última atividade: 3 Jan

A APRESENTAÇÃO E OS CAPÍTULOS DO LIVRO FLUZZ

 

A Série FLUZZ reeditada em 9 booklets: para baixar clique aqui

 

FLUZZ EM 9 BOOKLETS

O livro Fluzz deu origem a uma série de textos menores que foram revisados, editados e publicados de forma autônoma:

Série FLUZZ Volume 1 A REDE = http://goo.gl/8XKn4

Série FLUZZ Volume 2 HIGHLY CONNECTED WORLDS = http://goo.gl/b59dN

Série FLUZZ Volume 3 PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO = http://goo.gl/gkzND

Série FLUZZ Volume 4 NÃO-ESCOLAS = http://goo.gl/kgWpm

Série FLUZZ Volume 5 SEM RELIGIÃO E SEM IGREJA = http://goo.gl/GXFBW

Série FLUZZ Volume 6 A NOVA POLÍTICA = http://goo.gl/DJsjc

Série FLUZZ Volume 7 OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO = http://goo.gl/Mh4vi

Série FLUZZ Volume 8 NETWEAVER HOWTO = http://goo.gl/5ofP6 

Série FLUZZ Volume 9 BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ = http://goo.gl/k6Wy5

 

A palavra ‘fluzz’ nasceu de uma conversa informal do autor, no início de 2010, com Marcelo Estraviz, sobre o Buzz do Google. O autor observava que Buzz não captava adequadamente o fluxo da conversação, argumentando que era necessário criar outro tipo de plataforma (i-based e não p-based, quer dizer, baseada em interação, não em participação). Marcelo Estraviz respondeu com a interjeição ‘fluzz’, na ocasião mais como uma brincadeira, para tentar traduzir a idéia de Buzz+fluxo. Ulteriormente a idéia foi desenvolvida no livro Fluzz: vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio (2011) e passou a não ter muito a ver com o programa mal-sucedido do Google. Fluzz (o fluxo interativo) é um conceito complexo, sintético, que talvez possa ser captado pela seguinte passagem: “Tudo que flui é fluzz. Tudo que fluzz flui. Fluzz é o fluxo, que não pode ser aprisionado por qualquer mainframe. Porque fluzz é do metabolismo da rede. Ah!, sim, redes são fluições. Fluzz evoca o curso constante que não se expressa e que não pode ser sondado, nem sequer pronunciado do “lado de fora” do abismo: onde habitamos. No “lado de dentro” do abismo não há espaço nem tempo, ou melhor, há apenas o espaço-tempo dos fluxos. É de lá que aquilo (aquele) que flui sem cessar faz brotar todos os mundos... Em outras palavras, não existe uma mesma realidade para todos: são muitos os mundos. Tudo depende das fluições em que cada um se move, dos emaranhamentos que se tramam, das configurações de interação que se constelam e se desfazem, intermitentemente”.

 


AUGUSTO DE FRANCO
Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

Apresentação (Clique no link para ler)


Tudo é fluzz | 0 link
No “lado de dentro” do abismo | 1 link
No multiverso das interações | A fonte que só existe enquanto fluzz só pode ser conhecida enquanto interagimos, quer dizer, enquanto estamos nela link
Mundos que se descobrem em rede | O social não é o conjunto das pessoas, mas o que está entre elas link
É o social, estúpido! | As redes sociais não surgiram com as novas tecnologias de informação e comunicação link
O nome está dizendo: redes sociais | Redes sociais são pessoas interagindo, não ferramentas link
É comunicação, não informação | Redes sociais não são redes de informação link
É interação, não participação | Redes sociais são ambientes de interação, não de participação link
Padrões, não conjuntos | Os fenômenos que ocorrem em uma rede não dependem das características intrínsecas dos seus nodos link
Conhecimento é relação social | O conhecimento presente em uma rede não é um objeto, um conteúdo que possa ser arquivado e gerenciado top down link
A chefia é contra a liderança | Hierarquia não é o mesmo que liderança link
Nenhuma hierarquia é natural | A escassez que gera hierarquia é aquela introduzida artificialmente pelo modo de regulação link
Poder é uma medida de não-rede | Centralização (hierarquização) não é o mesmo que clusterização link
Autoregulação significa sem-administração | Em redes distribuídas não se pode diferenciar papéis ex ante à interação link
Pessoas, não indivíduos | Não podem existir pessoas (seres humanos) sem redes sociais link
As redes sociais já são a mudança | As redes sociais distribuídas não são instrumentos para realizar a mudança: elas já são a mudança link
Aranhas não podem gerar estrelas-do-mar | É inútil erigir uma hierarquia para realizar a transição de uma organização hierárquica para uma organização em rede link
No “lado de fora” do abismo | Ficamos do “lado de fora” do abismo quando nos protegemos da interação link
Inumeráveis interworlds | 2 link
Highly Connected Worlds | Seu mundo-fluzz é sua timeline link
Interworlds | A nova internet – interconnected networks – são os incontáveis interconnected worlds link
Pessoa já é rede | 3 link
Gholas sociais | Um ghola não é um borg link
Pessoas são portas | “Toda pessoa é uma nova porta que se abre para outros mundos” link
Anisotropias no espaço-tempo dos fluxos | 4 link
Deformando a rede-mãe | Na ausência do poder as redes tendem a permanecer distribuídas link
Perturbações no campo social | A nuvem que envolve-e-se-move-com uma pessoa conectada tem a capacidade de “sentir” perturbações no campo social link
Destruidores de mundos | Persistimos erigindo organizações que não são interfaces adequadas para conversar com a rede-mãe link
Hifas por toda parte | 5 link
A perfuração dos muros | Quando a porosidade aumentar, os muros vão começar a ruir link
A construção de “membranas sociais” | Deixar a interação pervadir um sistema não significa propriamente fazer, mas – ao contrário – não-fazer: não-proibir, não-selecionar caminhos... link
O terceiro milênio já começou? | 6 link
Miríades de aldeias globais | Não é que haja uma rede cobrindo o mundo. É que mundos são redes link
Pensar e agir glocalmente | Não pode haver um pensar global: seriam pensares, e eles seriam tantos quantos os locais onde foram pensados link
Aprender a fluir com o curso | A idéia de salvar alguma coisa, arquivá-la (como quem estoca recursos) para prorrogar a sua durabilidade, é uma idéia contra-fluzz link
Alterando a estrutura das sociosferas | 7 link
Aprendizagem, não ensino | As escolas foram urdidas para nos proteger da experiência da livre aprendizagem link
Autodidatismo, não heterodidatismo | Eu busco o conhecimento que me interessa do meu próprio jeito link
Alterdidatismo, não heterodidatismo | “Eu guardo o meu conhecimento nos meus amigos” link
Não-escolas: a escola é a rede | Nós produzimos nosso conhecimento comunitariamente (em rede) link
Matar a escola = matar o Buda | Quando o mestre está preparado, o discípulo desaparece link
Espiritualidade, não religião | Formas pós-religiosas de espiritualidade, livres das ordenações das burocracias sacerdotais link
Quem disse que os deuses não existem? | Os deuses das religiões foram problemáticos porque foram hierárquicos e autocráticos como as religiões que os construíram link
Ecclésias, não ordens sacerdotais | Seus irmãos e irmãs estão espalhados em múltiplos mundos. Para achá-los você tem que remover o firewall e expor-se à interação link
Não há uma ordem pré-existente | A ordem está sempre sendo criada no presente da interação link
Não-igrejas: porque não existe mais caminho | O objetivo é ser pessoa, nada além disso link
Máquinas para privatizar a política | Os partidos são artifícios para nos proteger da experiência de política pública link
Autocratizando a democracia | É um absurdo pactuar que o acesso ao público só se dê a partir da guerra entre organizações privadas link
Não-partidos | Redes de interação política (pública) exercitando a democracia local na base da sociedade e no cotidiano dos cidadãos link
Estado | Um delírio de raiz belicista link
A nação como comunidade imaginária | A nação não é uma comunidade concreta. É uma comunidade imaginária, de certo modo inventada e patrocinada pelo Estado e seus aparatos link
A falência da forma Estado-nação | A maior parte dos Estados-nações não deu certo link
O reflorescimento das cidades | Cidades transnacionais, cidades-pólo tecnológicas, redes de cidades e cidades-redes link

As cidades na glocalização | Estados são artifícios para proteger as pessoas da experiência do localismo cosmopolita link
Comunitarização | As novas Atenas serão milhões de comunidades link
Cidades inovadoras, não-Estados-nações | Cidades inovadoras – como redes de comunidades – em rota de autonomia crescente em relação aos governos centrais que tinham-nas por seus domínios link
Negócios em rede | Administrar pessoas como forma de conduzí-las a gerar valor para se apropriar de um sobrevalor, é uma função social própria de uma época de baixa conectividade social link
Apaches, não aztecas | A empresa hierárquica foi criada para proteger as pessoas da experiência de empreender link
Não-empresas-hierárquicas | Redes de stakeholders – demarcadas do meio por membranas (permeáveis ao fluxo) e não por paredes opacas – são as novas comunidades de negócios dos mundos que já se anunciam link
O fim do trabalho | Boa parte do que chamamos de trabalho se exercerá como divertimento, jogos, creative games link
Reprogramando sociosferas | Basta que você se dedique a “fazer” redes para inocular um virus nos programas verticalizadores link
Os mantenedores do velho mundo | 8 link
Ensinadores | Os primeiros ensinadores – os sacerdotes – ensinavam para reproduzir (ou multiplicar os agentes capazes de manter) seu próprio estamento link
Mestres e gurus | Todos são mestres uns dos outros enquanto se polinizam mutuamente link
Codificadores de doutrinas | Eles produzem narrativas para que você veja o mundo a partir da sua ótica, quer dizer, para que você não veja os múltiplos mundos existentes link
Aprisionadores de corpos | O fundamental para os aprisionadores de corpos é manter seus trabalhadores fora do caos criativo link
Construtores de pirâmides | O indivíduo não é o átomo social; para ser social, é preciso ser molécula link
Fabricantes de guerras | O único inimigo que existe é o fazedor de inimigos link
Condutores de rebanhos | O modo intransitivo de fluição que gera o fenômeno da popularidade do líder de massas é uma sociopatia link
Eles já estão entre nós | 9 link
Mentiras pregadas em nome da ciência | Os sobreviventes não são selecionados por seu sucesso evolutivo link
Os indicadores de sucesso | Destacar-se dos demais, triunfar, vencer na vida, subir ao pódio onde cabem apenas alguns poucos link
Hubs | Qualquer iniciativa na rede social que não conte com seus principais hubs encontrará mais dificuldades para “conversar” com a rede-mãe link
Inovadores | Em mundos altamente conectados um inovador também tende a cumprir um papel social mais relevante do que o dos colecionadores de diplomas link
Netweavers | Todas as pessoas têm uma porção-netweaver. Se não fosse assim, não poderiam ser seres políticos link
Netweaver howto | Há dez anos Eric Raymond concluiu a última versão do seu H4ck3r Howto. Entrando em uma época-fluzz, vamos precisar de um N3tw34v3r Howto link
Eles já estão entre nós | Nos Highly Connected Worlds o que vale são suas antenas link
Mundos-bebês em gestação | 10 link
Não globalglocal swarming | Um mundo mais-fluzz quer dizer muitos mundos-fluzz link
Desobedeça | Uma inspiração para o netweaving link
Inove permanentemente | Colocar-se em processo de inovação permanente é viver em processo de Ítaca (ou em processo de fluzz) link
Saia já do seu quadrado | “Cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado (4x) / Eu disse: Ado a-ado cada um no seu quadrado/ Ado a-ado cada um no seu quadrado” link
Inicie agora a transição | Nos já descobrimos a “fórmula”: é a rede distribuída link
Afinal, redes são apenas (múltiplos) caminhos | “Ah, sim, isso é evidentemente óbvio” link
Bem-vindos aos novos mundos-fluzz | 11 link
Quebrando as cadeias | Mundos sociais criam-se a si mesmos à medida que se desenvolvem = fluzz link
Clustering | Deixando as forças do aglomeramento atuarem link
Swarming | Deixando o enxameamento agir link
Cloning | Deixando a imitação exercer seu papel link
Crunching | Deixando os mundos se contrairem link
Conversando com a rede-mãe | Você só precisa construir interfaces link
Pulando no abismo | Não existe o escolhido. Todos nós somos escolhidos quando colhidos por fluzz link
Bibliografia link

Fórum de discussão

THE RECORD OF LINJI

PDF em anexo.Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 20 Out, 2013.

FLUZZ SÉRIE COMPLETA

As nove partes da Série FLUZZ de Augusto de Franco (2011-2013) reunidas em um único volumeContinuar

Iniciado por Augusto de Franco 15 Abr, 2013.

A SÉRIE FLUZZ REEDITADA EM 9 BOOKLETS

A palavra ‘fluzz’ nasceu de uma conversa informal do autor, no…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 22 Set, 2012.

PDF OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO

OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO em PDF para download free:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 26 Maio, 2012.

PDF BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ

BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ em PDF para download free:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 26 Maio, 2012.

PDF PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO

PDF do PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO | O mundo não vai virar uma aldeia global, não há um pensar global e um agir local e sustentabilidade não tem nada a ver com guardar recursos para as gerações futuras. Para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 25 Maio, 2012.

PDF HIGHLY CONNECTED WORLDS

PDF para download free do texto HIGHLY CONNECTED WORLDS | Os novos mundos altamente conectados do terceiro milênio:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 25 Maio, 2012.

PDF NETWEAVER HOWTO

NETWEAVER HOWTO | Como se tornar um netweaver em PDF para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 25 Maio, 2012.

PDF NÃO-ESCOLAS

PDF para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 24 Maio, 2012.

PDF A PUBLICIZAÇÃO DA POLÍTICA

PDF para download free abaixo:Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 24 Maio, 2012.

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Comentário de Augusto de Franco em 27 maio 2012 às 6:35

O livro Fluzz deu origem a uma série de textos menores que estão sendo editados e publicados de forma autônoma.

A REDE

HIGHLY CONNECTED WORLDS | Os novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

PARA ENTRAR NO TERCEIRO MILÊNIO | O mundo não vai virar uma aldeia global, não há um pensar global e um agir local e sustentabilidade não tem nada a ver com guardar recursos para as gerações futuras

NÃO-ESCOLAS | A livre-aprendizagem na sociedade-em-rede

SEM RELIGIÃO E SEM IGREJA | O reflorescimento da espiritualidade nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

A PUBLICIZAÇÃO DA POLÍTICA | O surgimento de uma nova política nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

OS MANTENEDORES DO VELHO MUNDO

NETWEAVER HOWTO | Como se tornar um netweaver

BEM-VINDOS AOS NOVOS MUNDOS-FLUZZ


Comentário de Nádia Almeida em 5 setembro 2011 às 16:26
Olá Augusto, Ericsson e amigos,

Este (e também os demais) grupo - e os conteudos postados na E=R colabora realmente a sermos mais inspirados ao auto didatismo. Exemplo disso, é que por aqui, estamos construindo uma interface de atuação em comunidades rurais - em 'nuvem' - isto está nos possibilitando a construção de uma relação não-hierarquizada e de autonomia dos atores - agora interagentes - :). Abs.
Comentário de Augusto de Franco em 4 setembro 2011 às 5:47

Transcrevo para cá importantíssimo post de Carlos Boyle (13/04/11) para que não se perca nos sumidouros do Ning. O post é intitulado:

 

FILOSOFANDO SOBRE REDES SOCIALES

 

El amigo Augusto de Franco hace tiempo viene jugando con el término Fluzz, palabra que no estaba inventada y hubo que inventarla. ¿Pero qué es Fluzz, y por qué necesita de un nuevo término para definir? Según entiendo Fluzz es todo lo que una red posibilita que fluya por ella, la red como ente. Inmediatamente se preguntarán, para que inventar un término nuevo si existe el verbo fluir. Pues bien aquí empieza lo farragoso del término, porque el flujo es lo que realmente existe mas allá de las posibilidades que una red podría ofrecer para configurar cualquier flujo.


Entrado el siglo XXI vemos cada vez con mas frecuencia se hace necesario distinguir entre lo óntico y lo ontológico en muchos conceptos en que lo óntico y lo ontológico aparecen como mezclados. De hecho mientras escribo esto el Word me corrige la palabra óntico como no perteneciendo al diccionario. Entiendo esta diferencia de términos como la potencia de ser que tiene el ente como tal y lo que realmente es. Uno remite al significante, a sus posibilidades de ser, otro lo que el ente terminó siendo. ¿Pero por qué sucede esto, y por qué lo traigo específicamente para analizar el término Fluzz?

Veamos la revolución que está sucediendo en la política a partir de que un grupo de personas, entre las que se destaca Chantal Mouffe indagan esta diferencia en ese campo. Mouffe hace años viene tratando de diferenciar “la política” de “lo político”, en el mismo registro que yo quiero diferenciar “flujo” de “Fluzz”. Mientras que “La política” es todo lo que nosotros conocemos como tal, la de los partidos políticos, los políticos, los discursos, las ideologías, las prácticas políticas; “Lo político” es todo aquello posible de politizar, pasible de politización. Entonces a “Lo político” muchas veces se lo refiere como un espacio, un territorio en donde es posible la política, la geografía de tolo lo politizable. En este sentido hasta el matrimonio tendría que ver con lo político, dado que es un espacio muchas veces de disputa por intereses encontrados, pero a nadie se le ocurriría “hacer política” dentro de un matrimonio.

Heidegger toma muy serio esto e incluso hace una distinción entre lo que llama óntico y de lo ontológico, distinción difícil de entender. Porque óntico es lo que se refiere a los entes, a las diferentes formas de entes; lo que se refiere al ser, es lo que él va a llamar ontológico.[1]

Entonces la potencia que ofrece el ente, o los significantes que se descubren como demandantes de un espacio propio a partir del ente y que les posibilite el ser. Lo inmediato es que cuando mas basto sea ese territorio de soporte para el significante, mayor serán las posibilidades del significado. Habría una relación entre forma, territorio y posibilidades de ese significante.

Creo que la historia del pensamiento obvió esta diferenciación y este hecho no es fortuito, restringiendo este territorio óntico, automáticamente se restringen las posibilidades del ser. En un pensamiento patriarcal y jerárquico, las únicas posibilidades del ser son las que transitan por los caminos “permitidos” y no por “los posibles”, por lo tanto no había necesidad de hacer esta distinción entre óntico y ontológico dado que muchas veces se confundían como una única cosa dado que no existían posibilidades laterales a las preestablecidas.

Y eso nos lleva a la red. No es que no existiesen las redes antes, siempre las hubo, y por qué aparecen ahora y se nos presentan como algo nuevo. Porque lo que corre su velo es que entrado en crisis el mundo jerarquizado, se descubren nuevas posibilidades alternativas, otros caminos, a partir de la visión de la red.

Tratando de hacerla corta y dejando abierto el debate para una próxima, es necesario volver al concepto de Fluzz. Si hay una relación entre Fluzz y flujo que está habilitada por el verbo fluir, nos deberemos remitir a lo que fluye y lo que fluyen son los líquidos (o los que se comportan como tales, ej la arena, el cereal, los geles, las personas, los pensamientos, la información) y los líquidos se definen como ese estado de la materia que tiene la forma del recipiente que los contiene. Si el líquido se mueve, o sea que fluye, esa forma estará conferida por “los canales” por donde el fluido se hace camino.

En un sistema centralizado los flujos convergerán hacia un punto, el centro, por lo que los únicos caminos posibles son los que conducen al centro o los que el centro permite. Esto nos lleva a un sistema jerarquizado y excluyente. La red distribuida abre un repertorio de múltiples caminos posibles, incluso aquellos no diseñados que el mismo flujo va tomando al andar. La forma constructal.

En una primera instancia los que estudiamos redes sociales hemos estado tentados a cartografiar esa geografía de los caminos posibles del Fluzz, lo que no advertíamos era que el mismo lenguaje de anotar, poner hitos, fotografiar esa topografía de red posible o “real”, restringía las posibilidades del Fluzz, solo nombrar el camino anulaba la potencia de hacerse camino al andar. Solo con “volver la vista atrás se ve la senda que nunca se ha de volver a pisar” como reza el poema de Antonio Machado se puede descubrir el camino, el que ya ocurrió, como una consecuencia de haberlo recorrido.

Caminante, son tus huellas

el camino y nada más;

caminante, no hay camino,

se hace camino al andar.

Al andar se hace camino

y al volver la vista atrás

se ve la senda que nunca

se ha de volver a pisar.

Caminante no hay camino

sino estelas en la mar...

En las próximas entradas veremos que esto no es tan así, tan libre y tan Free, que el mismo Fluzz opta por algunos caminos y por otros no, que algunos caminos son o están forzados, solo algunos caminos están permitidos. Lo que la red, a través del Fluzz, ha puesto de manifiesto es la diferencia entre lo óntico y lo ontológico de la red. Tal vez es desde allí desde donde tengamos que empezar a pensar el fenómeno social.

 

 

 

 

Comentário de Ericsson Santana Marin em 2 setembro 2011 às 11:06

Augusto e demais colegas, li recentemente alguns trabalhos sobre a TAR (Teoria Ator-Rede)  de Latour. Me pareceu bastante contextualizada com nossos estudos sobre redes. Minha dúvida é: quando, onde e como essa Teoria se encaixa na Ciência das Redes? Ela seria de alguma forma, a proposição da sociologoia para uma explicação dos fenômenos emergentes de redes? Em anexo dois pequenos artigos sobre a TAR.

 

As ciências e suas práticas do ponto de vista da teoria ator-rede

As ciências e suas práticas do ponto de vista da teoria ator-rede

Bruno Latour é sociólogo, professor do Centre de Sociologie de l'Innovation da École Nationale Supérieure des Mines de Paris e da Universidade da Califórnia, San Diego. Publicou em português Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simétrica, Rio de Janeiro, Ed. 34, 1994; em co-autoria com Steve Woolgar, A vida de laboratório: a produção dos fatos científicos, Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1997.

Bruno Latour estabelece o mundo científico como terreno privilegiado de suas pesquisas. A investigação de Latour segue um rumo inteiramente novo quanto às práticas dos cientistas. David Hess[1] traça um mapa dos estudos sociológicos de ciência e tecnologia que vai desde as pesquisas de Merton até os trabalhos de Latour. O que está em jogo é que tais estudos sociológicos das ciências deixavam fora de suas análises o conteúdo mesmo da ciência, isto é, seus métodos, teorias e fatos. Segundo Hess, a partir dos trabalhos de Kuhn os estudos sociais em ciência começam a colocar em questão o conteúdo da ciência. A partir da segunda metade da década de 70, um grupo de pesquisadores de língua inglesa começou a promover uma mudança significativa nessa área de estudos. Em 1976 David Bloor lançou as bases para um programa forte nos estudos sociais de ciência. Segundo Latour & Woolgar, a idéia de Bloor era “encorajar os historiadores e os sociólogos que ainda hesitavam em passar de uma história e de uma sociologia dos cientistas para uma história e uma sociologia das ciências”[2]. Conforme a leitura de Latour e Woolgar, Bloor chamava de programa fraco a idéia segundo a qual para ser chamado de historiador ou sociólogo da ciência bastava estabelecer algum tipo de proximidade entre a dimensão cognitiva das ciências e certos fatores sociais. O programa forte, ao contrário, propunha submeter a escrutínio o conteúdo da ciência, de modo que a sociologia da ciência deveria levar em conta, ao mesmo tempo, o contexto social e o conteúdo científico. Para alcançar esse resultado, Bloor propôs o princípio de simetria segundo o qual os mesmos tipos de causa deveriam explicar a verdade ou a falsidade das crenças, isto é, não se poderia mais explicar a verdadeira ciência - a ciência sancionada - referindo-se à natureza e a falsa ciência referindo-se à sociedade[3]. Segundo Latour[4], o princípio de simetria é a-epistemológico na medida em que afirma uma continuidade radical entre o verdadeiro e o falso. Vale ressaltar a importância de tais estudos para o trabalho a ser desenvolvido por Latour. Em suas análises acerca da prática dos cientistas, Latour propõe uma extensão do princípio de simetria de Bloor afirmando um princípio de simetria generalizado segundo o qual não só o erro e o acerto devem ser simetricamente estudados mas, principalmente, a natureza e a sociedade[5]. Por isso, o trabalho de Latour é duas vezes simétrico: “aplica-se ao verdadeiro e ao falso, esforça-se por reelaborar a construção da natureza e da sociedade”[6]. Ao tomar a prática científica como campo privilegiado de suas investigações, Latour mostra como a partir dessa prática são construídas simultaneamente tanto a natureza quanto a sociedade. Para isso, é preciso focar não a ciência feita, pronta e confirmada mas a ciência em ação, a ciência se fazendo nas bancadas dos laboratórios e definindo no mesmo processo o seu conteúdo e o contexto social.

O autor simboliza essa escolha com a figura do deus romano Janus, guardião das entradas e dos portões, na qual vemos duas faces: uma anciã, voltada para o passado, representando a ciência feita, alvo das investigações clássicas acerca da ciência. Outra, a face jovem, voltada para o futuro, representando a ciência em ação. Latour[7] afirma uma mudança de paradigma na direção da prática científica e do mundo da pesquisa porque nestes últimos campos percebemos a incerteza, o risco, as ligações numerosas com o político, a sociedade, enfim as conexões heterogêneas, múltiplas que caracterizam a prática dos cientistas e que ficam fora de cena quando as ciências feitas são o cerne das investigações. É no campo múltiplo das práticas científicas que, segundo Latour, serão construídas a Natureza e a Sociedade.

Sobre a noção de rede

Do ponto de vista topológico, uma rede é caracterizada por suas conexões, seus pontos de convergência e bifurcação. Ela é uma lógica de conexões, e não de superfícies, definidas por seus agenciamentos internos e não por seus limites externos. Assim, uma rede é uma totalidade aberta capaz de crescer em todos os lados e direções, sendo seu único elemento constitutivo o nó. As redes tecnológicas, como as redes ferroviárias, telefônicas e informáticas são, para Latour[8], apenas um caso particular, um exemplo da noção de rede no sentido ontológico e radical que ele lhe confere.

Assim, uma rede se caracteriza por sua heterogeneidade, tem múltiplas entradas, nela a multiplicidade é substantiva, a determinação é um gradiente, espaço e tempo são efeitos das suas tramas, a causalidade é reversível, e ela é caracterizada por subconjuntos restritos marcados por fortes relações de interferência entre eles. Numa palavra, na rede, “a complexidade já não é um obstáculo ao conhecimento, ou, pior, um juízo descritivo, é o melhor dos adjuvantes do saber”[9]. Uma ontologia em rede é o que Serres nos propõe quando fala de uma filosofia das ciências.

Na teoria ator-rede, a noção de rede refere-se a fluxos, circulações, alianças, movimentos em vez de remeter a uma entidade fixa. Uma rede de atores não é redutível a um ator sozinho; nem a uma rede, ela é composta de séries heterogêneas de elementos, animados e inanimados conectados, agenciados. Por um lado, a rede de atores deve ser diferenciada dos tradicionais atores da sociologia, uma categoria que exclui qualquer componente não-humano. Por outro lado, a rede também não pode ser confundida com um tipo de vínculo que liga de modo previsível elementos estáveis e perfeitamente definidos, porque as entidades das quais ela é composta, sejam elas naturais, sejam sociais, podem a qualquer momento redefinir sua identidade e suas mútuas relações, trazendo novos elementos para a rede. Assim, uma rede de atores é simultaneamente um ator[10], cuja atividade consiste em fazer alianças com novos elementos, e uma rede capaz de redefinir e transformar seus componentes. Essa definição de rede implica uma ontologia de geometria variável cujas conseqüências para os estudos em ciências devem ser seguidas a fim de não deixarmos escapar as contribuições da teoria ator-rede tanto em relação aos estudos sociais em ciências quanto em relação aos estudos epistemológicos.

A Psicologia do ponto de vista da teoria ator-rede

Em sua obra, Latour nos permite pensar em bases novas o dilema quanto à cientificidade da psicologia. Pela novidade de suas análises, pode-se considerá-las como solo para discutir a cientificidade da psicologia no que diz respeito aos seus impasses e limites. Ao afirmar uma ontologia múltipla e heterogênea para as ciências, Latour nos permite renovar as discussões acerca da ciência psicológica. É no livro sobre os Modernes Faitiches[11] que ele apresenta a tese segundo a qual a psicologia e a epistemologia são como duas faces da mesma moeda, duas pontas articuladas pelo projeto da modernidade, cuja definição é entendida por Latour como a operação que separa primeiramente sujeito do conhecimento e objeto a ser conhecido e, em segundo lugar, separa a teoria como um domínio de conhecimento puro da prática como um universo de ação no qual estas dicotomias parecem não operar.

É possível afirmar que Latour desdobra a ontologia deleuziana na sua pesquisa acerca da prática dos cientistas e com isto traz um nomadismo para as ciências.. Esse é um dos pontos interessantes do trabalho de Latour: trazer para o campo dos estudos em ciência problemas ontológicos discutidos na filosofia da diferença, representadas tanto pela filosofia de Deleuze quanto pela de Michel Serres. Afirmar a ciência como prática híbrida, nômade e heterogênea, prática que tem por efeito definir ao mesmo tempo a sociedade e a natureza, o sujeito e o objeto. Enfim, as dicotomias que desde o século XVII supomos como dadas de antemão, são elas próprias efeitos de uma ação díspar que Latour chama de prática científica. Se a modernidade é definida pela separação radical entre esses pólos, sujeito de um lado, objeto de outro, então podemos afirmar com Latour, a não-modernidade das práticas científicas. São não-modernas porque são atravessadas por uma disparidade que lhes é intrínseca e, mais do que isto, porque misturam sem cessar o que o pensamento moderno havia separado: os humanos de um lado, as coisas de outro. E são justamente estes pontos que fazem de Latour um autor pertinente e necessário para renovar as discussões em torno da cientificidade da psicologia. Poderíamos pensar numa psicologia nômade? Quais seriam as suas bases, as condições de sua formulação? Se no projeto da modernidade a psicologia e a epistemologia são duas faces da mesma moeda, como poderíamos pensar uma psicologia não-moderna, isto é, uma psicologia definida a partir de uma ontologia híbrida? Somos levados a nos aventurar pelo mundo não-moderno que Latour traz para as ciências e, em particular, somos levados a perguntar sobre o lugar da psicologia nesse mundo.

Pensar um nomadismo na psicologia abre duas vias importantes na investigação psicológica: em primeiro lugar, trata-se de buscar um estilo de ciência para a psicologia que não seja pautado num modelo tomado de empréstimo de outras ciências, em outras palavras, trata-se de um estilo de ciência próprio à psicologia. Em segundo lugar, um nomadismo na ciência permite redefinir o estatuto do erro como campo de estudos da psicologia. Numa ontologia híbrida o erro não é visto como algo a ser corrigido ou como uma imagem revertida do verdadeiro. O erro, neste caso, está articulado a uma hibridação ontológica, a uma errância que faz derivarem as formas do pensamento. Ao definir a ciência como uma prática híbrida, a teoria ator-rede lança luz sobre a possibilidade de uma psicologia nômade, uma psicologia híbrida. E, consequentemente, uma psicologia cujas alianças não são mais aquelas da filosofia cartesiana, da ciência e do bom senso, mas sim aquela que torna positivo esse domínio híbrido. As filosofias da diferença de Michel Serres e Deleuze & Guattari talvez sejam, nesse caso, alianças necessária ao saber psicológico entendido como rede de atores.

Marcia Moraes

Doutora em Psicologia Clínica - PUC/SP

Prof. Adj. Deptº Psicologia

Universidade Federal Fluminense

Email: mmoraes@nitnet.com.br

Para saber mais...

A Psicologia, uma ciência? a questão da cientificidade da psicologia à luz da teoria ator-rede é o título da pesquisa PIBIC que estamos desenvolvendo no Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense. Se você quiser entrar em contato conosco, envie email para:

Mmoraes@nitnet.com.br  - Marcia Moraes, professora orientadora da pesquisa;

ppbicalho@yahoo.com.br - Pedro Bicalho, psicólogo, mestrando da Ufrj, colaborador da pesquisa;

aclmonteiro@yahoo.com.br Ana Monteiro, psicóloga, mestranda PUC/RJ, colaboradora da pesquisa;

dianals@bridge.com.br - Diana Lindoso, aluna da graduação em psicologia, UFF, bolsista PIBC;

Pepper@bayside.com.br Claudia Moreira, aluna da graduação em psicologia, UFF;

Patcarbone@urbi.com.br - Patrícia Carbone, aluna da graduação em psicologia, UFF.

Notas:


[1] Hess, D. If You’re Thinking of Living in Science and Technology Studies... A Guide for the Perplexed. In: School for American Research, Santa Fé, New Mexico pp.01-21, out.1993.

[2] Latour, B. & Wool Latour, B. & woolgar, S. A Vida de Laboratório: a Produção dos Fatos Científicos. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1997. p.22.

[3] Hess, D. 1993, p. 03.

[4] Latour, B. Jamais Fomos Modernos. Rio de Janeiro, Ed. 34, 1994,  p.93.

[5] Latour, B. op.cit. p.95; Latour, B. & Woolgar, S. 1997, p. 24.

[6] Latour, B. & Woolgar, S. op.cit., p.24.

[7] Latour,BLe Métier de Chercheur Regard d’un Anthropologue.Paris,INRA,1995.p.12.

[8] Crawford, Hi>An Interview with B. Latour. The John Hopkins University Press, pp. 247-268, 1993. p.09.

[9] Serres, M. A comunicação. Portugal, Rés Editora, s/d p.15.

[10] Latour utiliza a noção de ator - algumas vezes ele fala em actantes - no sentido semiótico: um ator ou actante se define como qualquer pessoa, instituição ou coisa que tenha agência, isto é, produz efeitos no mundo e sobre ele. É importante diferenciar a noção de ator no sentido semiótico que lhe atribui Latour, da noção de ator no sentido sociológico tradicional. Porque, nesse último caso, a noção de ator se confunde com a noção de fonte de ação atribuída a um humano. Na acepção de Latour, um actante é caracterizado pela heterogeneidade de sua composição, ele é antes, uma dupla articulação entre humanos e não-humanos e sua construção se faz em rede.

[11] Cf. Latour, B. Petite Réflexion sur le Culte Moderne des Dieux Faitiches. Paris, Les Empêcheurs de Penser en Rond, 1996, pp.

 

 

NOTAS SOBRE A TEORIA DO ATOR-REDE: ...

 

Comentário de Augusto de Franco em 1 junho 2011 às 17:21
Bacana, Marilia! Torcendo. Abraços.
Comentário de Marilia Borges em 1 junho 2011 às 15:33
Augusto boa tarde! Depois de uma semana (passada) bastante conturbada por problemas de saúde familiar, retomo o job maravilhoso a que me propus. Dentro de mais alguns dias estarei lhe encaminhando algumas imagens já texturizadas. E vamos em frente.... Abraços.
Comentário de Augusto de Franco em 16 maio 2011 às 15:22
OK, Marilia! Vamos em frente. Abraços corridos porque a CICI2011 começa amanhã.
Comentário de Marilia Borges em 16 maio 2011 às 10:41
Jaime, feliz e agradecida pelo elogio.
Comentário de Jaime Tak em 16 maio 2011 às 10:10
Marilia, visitei Meridiano Digital, excelente! Quero seguí-la neste trabalho
Comentário de Marilia Borges em 16 maio 2011 às 9:48

Augusto bom dia.  Estou muito sensibilizada com sua receptividade à minha proposta que afinal se traduz em mais que uma oportunidade, uma verdadeira forma de contextualizar a real capacidade da redefluzz.

Já havia feito feito uma leitura rápida da obra, e minha proposta para estes próximos 2 dias, será retornar a leitura, agora com olhos mais aguçados.

Na sequência inicio a manipulação das imagens que me enviou ao mesmo tempo em que realizo também uma boa pesquisa.

Nos falamos por aqui ou, caso sinta necessidade, meu Gtalk/E-mail (borgesmarilyn@gmail.com).

Grande abraço e bons fluzz!

 
 
 

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