Escola de Redes

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DOJO Nave Estação X

Grupo para reunir os que querem se juntar ao Projeto DOJO Nave Estação X | Campos de Co-Creation, Ensaios de Multiversidade e Programas de Aprendizagem

Membros: 52
Última atividade: 13 Out, 2013

O QUE É O PROJETO DOJO NAVE

CLIQUE AQUI PARA VER O ESTÁGIO ATUAL DO PROJETO

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HISTÓRICO

Este projeto nasceu em outubro de 2011, na empresa-em-rede Netweaving HCW (plataforma dos desenvolvedores) ou http://www.redes.org.br (plataforma pública). Ele, contou com a adesão inicial de 12 empreendedores associados (todos conectados à Net-HCW): André Oides, Augusto de Franco, Augusto Portugal, Eric Vieira, Fernando Domingues, Guta de Franco, Marcelo Estraviz, Maria Thereza do Amaral, Nilton Lessa, Oswaldo Oliveira, Raciel Gonçalves e Vivianne Amaral.

Em janeiro de 2012 o projeto foi reformatado e continua aberto à interação com os antigos e com eventuais novos empreendedores. Os que se associaram ao projeto na sua forma original são livres para modificá-lo, desenvolvê-lo e aplicá-lo em outras versões (ou mesmo na sua versão original).

No dia 28 de janeiro de 2012, Oswaldo Oliveira, um dos integrantes do grupo original, encontrou um prédio em condições de abrigar a iniciativa. Veja fotos do interior do prédio clicando aqui.

Coloco abaixo a minha visão (Augusto de Franco) do projeto na sua forma atual. Outras visões diferentes podem ser apresentadas, interagir com a visão abaixo no mesmo projeto ou dar origem a outros projetos.

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O QUE É O PROJETO

O Projeto DOJO Nave tem como objetivo (1) instalar campos de co-creation; (2) ensaiar processos de multiversidade; e (3) realizar programas de aprendizagem sobre redes sociais e temas correlatos.

Para saber o que são campos de co-creation clique aqui.

Para saber o que processos de multiversidade clique aqui.

Para saber em que acepção é usada a expressão redes sociais, clique aqui.

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POR QUE ESTE PROJETO ESTÁ SENDO AGORA APRESENTADO NA ESCOLA-DE-REDES

O projeto DOJO Nave pode ser, dependendo do modo como for encaminhado, uma forma de materializar o processo de glocalização da E=R que está proposto no texto de 7 de novembro de 2011, intitulado UMA NOVA PROPOSTA PARA A ESCOLA-DE-REDES.

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POR QUE DOJO NAVE ESTAÇÃO X

A ideia é que projetos baseados no conceito DOJO Nave, com este ou outros nomes, sejam múltiplos e sejam móveis (como o nome sugere). Assim, na falta de outro nome (que ainda pode ser criado) este empreendimento concreto ora apresentado neste grupo, ficou sendo chamado (talvez provisoriamente) DOJO Nave Estação X. A ideia é que surjam mais DOJO Naves Estação A, Estação B... Estação N.

Concretamente neste caso da Estação X, o que estamos propondo aqui é uma associação de pessoas para alugar o imóvel encontrado na Avenida Professor Manuel Chaves 291. Para ver a localização clique aqui

O imóvel tem cerca de 800 metros quadrados de área construída, auditório para 200 pessoas (ou mais) com 6 metros de pé direito e mais de 8 salas envidraçadas (no térreo e mezzanino), além de dependências completas. Para ver as fotos do interior do prédio clique aqui.

Para viabilizar o empreendimento propõe-se a formação de uma SCP (Sociedade em Conta de Participação). Para saber o que é SCP clique aqui.

Pensou-se inicialmente que cada associado declarasse com quanto pode entrar para viabilizar o espaço total, o que compreende aluguel do prédio, taxas, IPTU, luz, água, telefone, banda larga etc. O valor mensal deve perfazer um total de 20 mil reais.

Como o prédio é grande, nele caberiam vários "condôminos" associados. Assim, pessoas responsáveis por entidades que já pagam aluguel para suas sedes poderiam se transferir para lá pagando preços equivalentes ou até menores e usufruindo o efeito sinérgico das atividades inovadoras que se realizarão no novo espaço. Elas deveriam dizer com quanto podem se comprometer mensalmente.

E outras pessoas, que não desejam ocupar uma sala, mas gostariam de usar o auditório ou outros espaços internos em dias determinados da semana, do mês ou do ano, também poderiam se associar declarando com quanto se comprometem a contribuir mensalmente.

Por último, pessoas sintonizadas com os propósitos do DOJO Nave também poderiam usar os espaços disponíveis pagando uma taxa por hora de uso.

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O MAIS IMPORTANTE

Não vale a pena fazer mais uma sede de coworking. Nem reproduzir, nos programas de aprendizagem que lá forem se realizar, processos tradicionais de ensino.

O inovador na proposta é instalar atividades de co-creation. Tais atividades deverão ser abertas (open) num triplo sentido: a) sua chamada ou convocação para os eventos é open (neles qualquer um pode entrar, seja para co-criar em temas previamente escolhidos, seja para propor outros temas, inesperados); b) seu processo é open (é um programa não-proprietário, que pode ser copiado, replicado, modificado e reproduzido, pertencendo, portanto, ao domínio público); e c) seu desfecho é open (imprevisível). Tais atividades devem ser sempre gratuitas (a não ser quando façam parte de programas de aprendizagem com inscrição paga), garantindo-se a sua regularidade (quer dizer, a sua oferta regular no modo gratuito). 

Para financiá-las, entretanto, é necessário que se realizem no espaço outras atividades. Embora o empreendimento no seu conjunto não tenha fins lucrativos (e, além disso, ninguém deva se apropriar de um superavit advindo de trabalho não-pago ou de um sobrevalor extraído de atividade alheia). Mas o fato do projeto em si não ter fins lucrativos não significa que as pessoas que integram o projeto não possam nele fazer suas atividades com fins lucrativos.

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Veja a localização do imóvel clicando aqui.

Veja as fotos internas do prédio clicando aqui.

Faça suas observações no campo de comentários abaixo (chamado Caixa de Recados).

 

Fórum de discussão

MINHA VISÃO DO PROCESSO ATUAL DO PROJETO 37 respostas 

Vista lateral de uma das paredes externas do imóvel. Para ver mais fotos …Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Alexandre Gameiro 8 Nov, 2012.

Plano financeiro (Estimativas) 16 respostas 

Estou compartilhando uma planilha no google.docs!Com o uso e interação, a gente vai melhorando.Tentei simplificar ao máximo para o pessoal que não têm afinidade.Clica aí:…Continuar

Iniciado por Paulo Ganns @pganns. Última resposta de Marcelo Estraviz 16 Fev, 2012.

VAQUINHA 5 respostas 

Pessoal,resolvi colocar aqui com o que contamos até agora. E estimular as…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Marcelo Estraviz 16 Fev, 2012.

Mensalidade de apoio (doação) e associação plena (membership) 5 respostas 

Tópico para saber quem gostaria de participar como doador ou apoiador associado. "Pode-se adotar, como já foi sugerido na conversação na E=R, valores que vão de 80,00 (doadores) a 120,00 (apoiadores associados). Os apoiadores associados teriam…Continuar

Iniciado por Eric Vieira. Última resposta de Maria Thereza do Amaral 9 Fev, 2012.

SCP ou não SCP, eis a questão!

Andei dando uma googleiada e achei artigos interessantes!Selecionei 2 para aqueles que queiram entender um pouquinho mais. Seguem:http://jusvi.com/artigos/21573…Continuar

Iniciado por Paulo Ganns @pganns 8 Fev, 2012.

MindStorming (Foco DOJO Nave Estação X) 1 resposta 

Um espaço que não é um BrainStorming, mas é quase!Tendo uma ideia, posta aqui.Continuar

Iniciado por Paulo Ganns @pganns. Última resposta de Paulo Ganns @pganns 8 Fev, 2012.

FOTOS DO PRÉDIO

Continuar

Iniciado por Augusto de Franco 6 Fev, 2012.

Caixa de Recados

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Comentário de Sílvia Araújo Motta em 15 janeiro 2013 às 10:17

A co-criação valoriza a INTELIGÊNCIA COLETIVA. iNTERESSANTE!

Comentário de Augusto de Franco em 17 fevereiro 2012 às 9:41

Bem... vamos andando com os recursos disponíveis enquanto não achamos a tal casa. Vejam abaixo:

 

CAMPO CC1 é o primeiro Campo de Co-Creation DOJO Nave que será instalado no dia 2 de maio de 2012, às 13h00, na Palas Athena. Para saber mais sobre Co-Creation clique aqui.

O CAMPO CC1 está configurado inicialmente assim:

Tema sugerido (para começar): Co-Criação de Tecnologias para Compartilhamento de Ideias e Co-Design de Projetos (este tema pode compreender a construção de plataformas, a formulação de metodologias abertas, a elaboração de textos conceituais, a formatação de projetos de novos dispositivos ou equipamentos, a construção de espaços físicos e de ambientes favoráveis à co-criação etc.). As pessoas serão livres para se dedicar a qualquer linha de desenvolvimento sobre este tema geral ou mesmo para chegar à conclusão de que devem desenvolver outro tema.

Período: 2 de maio a 4 de julho de 2012

Local: Palas Athena (Alameda Lorena 355, São Paulo, SP)

Horário: 13h00 às 18h00

Sessão 1 - 2 de maio

Sessão 2 - 9 de maio

Sessão 3 - 16 de maio

Sessão 4 - 23 de maio

Sessão 5 - 30 de maio

Sessão 6 - 6 de junho

Sessão 7 - 13 de junho

Sessão 8 - 20 de junho

Sessão 9 - 4 de julho

Inscrições: gratuitas

Comentário de Augusto de Franco em 16 fevereiro 2012 às 14:51
Transcrevendo para cá a mensagem:
Caros amigos e amigas, examinando a movimentação em torno do tópico chamado VAQUINHA, impõe-se a conclusão de que não alugaremos este excelente imóvel. Não há recursos para tanto. Só se concretizaria tal possibilidade se alguém tomasse a iniciativa (e tivesse condições) de fechar o contrato de aluguel e corresse atrás dos co-locatários e das alternativas de levantamento de fundos para perfazer o total de 20 mil nos primeiros meses (como nos mostrou as sábias planilhas do Paulo Ganns).
Sendo assim, creio que devemos imediatamente partir para alternativas encontrando outro lugar - talvez não tão adequado, não tão grande e não tão promissor para gerar recursos (como este, com um auditório para 200 pessoas).
Até agora foi excelente a interação aqui. Mas seu desfecho (temporário e parcial, até agora) também confirma o que tantas vezes já conversamos. Uma vez instalado o empreendimento não tenho dúvidas de que a colaboração colocaria-o em funcionamento. Mas para instalar o empreendimento é muito difícil contar com a colaboração difusa, não apropriada por um grupo, por um corpo (com espírito de corpo, às vezes de porco, hehe). Quando sucumbimos à tentação de formar um grupo, as coisas acontecem, embora isso seja uma armadilha (porque um grupo proprietário, formado nesses termos, terá um comportamento anti-rede, fechado ao que não integra aquele "nós-organizacional", ao outro). Por que, por exemplo, as organizações hierárquicas (como as igrejas e os partidos) conseguem reunir recursos para fazer suas "obras"?
Há o que já foi chamado de umbral de rebeldia. Vale a pena estudar isso (Ugarte define umbral de rebeldia assim: "El umbral de rebeldía de un nodo n en una red social es el número de nodos conectados a él que tienen que realizar A para que n, que quiere hacer A, se sienta con ánimo de hacerlo"). Penso que, do ponto de vista do sujeito, é um umbral de desobediência (porque quando resolvemos ultrapassá-lo desobedecemos a nós mesmos, aos nossos critérios de segurança).
Mas para atravessar o umbral, para romper aquela tensão superficial que nos mantém dentro dos nossos cercados (como a água que não transborda o copo cheio; nossos pequenos açudes, ou poços) impulsionando-nos à pular na correnteza, alguma outra coisa tem que acontecer. Essa coisa, hoje, é esperar pela iniciativa de alguém que não sabia que era impossível e foi lá e fez (como reza o ditado tão prezado pelos empreendedores). Sim, a liderança é uma exigência de quem introjetou a obediência...
Na verdade, por pequena que seja, nossa iniciativa é uma subversão completa das regras deste mundo. Se fizéssemos um grupo proprietário com um bom plano de negócios para implantar o empreendimento, não, não seria. Nesse caso aqueles ventos mornos do pântano soprariam a nosso favor. Porque ao fazer isso estaríamos reproduzindo este mundo (ao reproduzir a sua maneira de empreender, de tomar iniciativas, de realizar alguma coisa se alçando acima dos dilemas da ação coletiva). Nesse sentido acho que é mil vezes preferível que uma pessoa tome a iniciativa, alugue a casa e depois compartilhe do que a formação de um grupo (assim como é preferível uma pessoa administrando formalmente uma plataforma do que um grupo fazendo isso, pois nesse último caso se formará uma oligarquia participativa com poderes regulatórios aumentativos em relação aos demais e com capacidade para deformar o campo social no seu entorno). Talvez seja uma nova espécie de "mecenato" que agora pode surgir nesta transição: a pessoa que usa seus recursos para "furar a bolha" (tão importante, mutatis mutandis, quanto foi o mecenato daquele Medici que financiou Leonardo da Vinci). Não sei.
Como não vamos ficar esperando o advento desse novo tipo de mecenas, creio que o que nos resta é cair em campo, encontrar outro imóvel mais em conta, refazer as contas, reunir as migalhas e... começar! Sim, sem começar nada vai acontecer.
Comentário de Augusto de Franco em 13 fevereiro 2012 às 16:21

Abri um tópico chamado VAQUINHA.

Comentário de Roque Magno de Oliveira em 11 fevereiro 2012 às 9:20

Durante alguns anos, como professor da UnB, fui avaliador de Universidades e Faculdades no Brasil pelo Ministério da Educação. Pude então constatar a nossa cultura de rede centralizada e descentralizada. Conhecendo também algumas universidades e faculdades e suas histórias, principalmente em países anglo-saxões, a diferença é que nesses países o primeiro local a ser construído é o prédio da biblioteca que funciona também como sala de aula, depois os demais e por último os locais da estrutura e exercício de poder e burocracia. No Brasil, o primeiro prédio a ser contruído é o da reitoria, etc. e por último as salas de aula e a biblioteca.

Comentário de Reinaldo Pamponet Filho em 11 fevereiro 2012 às 8:26

Olá Pessoal, gosto do caminho que o empreendimento está tomando e tenho interesse em participar e contribuir tb. 

Comentário de Augusto de Franco em 9 fevereiro 2012 às 7:33

Clique aqui para ver a minha visão do projeto, das suas possibilidades e dos seus impasses. Evidentemente trata-se apenas da minha visão sobre os seguintes tópicos:

Sumário

1 - Sobre o nome

2 - Sobre a natureza do projeto

3 - Sobre as formas de sustentação financeira

4 - Sobre o modo de administração

5 - Sobre as providências imediatas para alugar o imóvel encontrado em Alto de Pinheiros

6 - O que acontece agora?

7 - Palavras finais

Comentário de Maria Thereza do Amaral em 8 fevereiro 2012 às 12:00

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Nilton, mil desculpas, saiu "Nilson" no cometário abaixo...!

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Comentário de Maria Thereza do Amaral em 8 fevereiro 2012 às 11:59

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Comentários:

1) Seria interessante todos lerem a listagem de características do "supermercado do povo", acho que de certa forma todos os artigos seriam úteis e nós - http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/tag/the-peoples-super...

2) Luiz, então de verdade, a única funcionária fixa interessante de se contratar seria a "moça do cafezinho" ( e concordo sobre tudo que você disse sobre elas e no meu caso adiciono bibliocárias, adoro ter contato com elas idem). E se for contratada, vai estar lá quase sempre e será ótima para falar o que está acontecendo onde...

3) Augusto, eu acho que esse é o desafio: fazer um grupo mais ou menos pequeno conseguir realizar isso sem virar oligarquia, para que outros vejam e façam o mesmo. Ser humano aprende/apreende conceitos por imitação/cópia do que vê e faz sentido para ele ( e enquanto faz), se grupos não começarem a fazer e mostrar que é possível... E tem o outro lado da moeda, tem coisas que precisa ter um grupo mais ou menos pequeno para funcionar, quem tem filhos/marido/mulher sabe o que significa isso no dia a dia de uma casa.

4) Nilson, talvez o "O sonho de Augusto, a programação natural, penso que não é algo a ser alcançado. Não é ponto de chegada, é de partida. " seja o ponto de partida E o caminho. Para mim funciona como pressuposto e método.


5) Eu gostaria MUITO, mas não tenho como ajudar no momento na captação de dinheiro para a "caixinha do aluguel" e não consegui pensar em ninguém até agora que pudesse ajudar em nossos termos.


6) Gostei do "supermercado do povo" +  a "fábrica" do Marcelo + espaço de coowking e cia que o Oswaldo colocou, mas... pelo menos nos primeiros 6 meses seria necessário ter a certeza dos R$20.000,00 por mês...

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Comentário de OSWALDO GOUVÊA DE OLIVEIRA NETO em 8 fevereiro 2012 às 11:50

Pessoal,

Recebi a mensagem abaixo no Facebook do Marco Ribas , um amigo e companheiro de longa data.

Combinei com ele de replicá-la aqui e pedi que ele se cadastrasse aqui no grupo para nos ajudar a construir a "bagaça".


Grande Oswaldo! Tudo bem? Como vão as coisas?
Oswaldo, fiquei muito curioso com as suas fotos! Eu estou montando uma Start-Up de e-commerce de produtos fotográficos (A Magical Box), e me interessaria MUITO estar em um ambiente bacana de colaboração ali no Alto de Pinheiros!!! Nós estamos com um time de 5 pessoas aqui no The Hub SP, na Bela Cintra. O espaço aqui é bem legal, mas tem deficiências, e não tem uma pegada Start-Up boa. O foco deles é outro.

Se for esse o seu projeto, conte conosco sim! Tenho várias sugestões para um espaço bem legal para Start-Ups que teria o maior prazer em compartilhar contigo! E vamos marcar qualquer hora um almoço ou um chopp para falarmos um pouco dos projetos!! Um grande abraço e mto boa sorte nessa nova empreitada!

 

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