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Comentário de Daisy Grisolia em 19 abril 2012 às 8:49 Perfeito - o vídeo se encaixa perfeitamente no espírito do texto!
Comentário de Augusto de Franco em 19 abril 2012 às 8:27
Comentário de Luiz de Campos Jr em 21 março 2012 às 19:46 é muito maluco, eu baixei o kony no meu computador e ainda não vi... o que em termos estatísticos não importa, porque ao entrar lá no youtube e ter posto o vídeo para tocar para usar o meu DownloadHelper, minha exibição já foi contabilizada...
mas sem entrar no mérito de conteúdos, objetivos, etc - na linha do Marcelo - o que eu acho legal nesses casos, é como as pessoas ficam entusiasmadas com o fato de esses "fenômenos" [isso de 100milhõesdenãoseioque em nãoseiemquetempo] não só são possíveis hoje, mas que já estão se tornando corriqueiros...
me parece uma espécie -ao avesso - de vingança [do inconsciente] coletiva[o] contra o broadcasting...
Comentário de Daisy Grisolia em 21 março 2012 às 7:54 Kony 2012, Susan Boyler, ou ficando nos nacionais - a professora de Natal, todos eles. de algum modo fizeram com que milhões de pessoas movimentassem (umas mais e outras menos) seus cérebros. Sendo a favor, contra, distribuindo, criticando, tanto faz, o importante é que as pessoas se movimentam por esta via e este movimento tem ecos em muitos outros sistemas. As vezes o movimento é suficientemente intenso para gerar ações, outras vezes não...mas ainda assim vale pelo movimento. Neurônios, como músculos, precisam se exercitar ou atrofiam. Não espero das redes mais do que elas podem dar, mas acompanho com vivo interesse os movimentos que elas podem gerar.
Comentário de Marcelo Estraviz em 21 março 2012 às 7:24 Me equivoquei quanto ao mais rápido. Confundi com os 700 milhões do video do Bieber: http://top10mais.org/top-10-videos-mais-vistos-youtube-2012/ não em uma semana mas no total. Curiosidade: o segundo colocado em rapidez (100 milhoes em 9 dias) é o da Susan Boyle, mais lirico do que épico. :)
Comentário de Augusto de Franco em 21 março 2012 às 7:05 Concordo com o argumento do Marcelo (com exceção do Bieber: não, não chega mais rápido a 100 milhões, o Kony - ao que parece - bateu todos os recordes). Mas, como disse o Marcelo, não dura.
Comentário de Marcelo Estraviz em 21 março 2012 às 7:02 O assunto Kony 2012 me interessou mais pela sua discussão justamente posterior do que pelos 100 milhões de views em uma semana. Um video novo do Justin Bieber chega a isso mais rápido. O que foi bacana mesmo é a discussão de contras e a favor do video, da discussão sobre os argumentos massificados, o método do filme, o uso elaborado da construção de um anti-herói. O video não é simples, foi construido com esmero. Mas que bacana que nós, os nós da rede, além de assistirmos impressionados, conseguimos desconstrui-lo tão rapidamente como chegou. A rede distribuida esparrama rapidamente mas também rapidamente encontra seu proprio antidoto. O que não acredito mais é de movimento em massa. Ver a massa é olhar "de cima", hierarquicamente. Mas o que importa mesmo, olhando com oculos de ver redes, é o que cada um fez: um assistiu o video, o outro viu só 2 minutos, outro foi atras de mais informação, outro passou a ser contra e disponibilizar a contra-resposta. Cada um fez algo diferente. Menos importante que os 100 milhoes, que é um numero massificado que não diz nada, é o que cada um fez, como cada um de nós estamos fazendo aqui.
Comentário de Augusto de Franco em 21 março 2012 às 4:32 Foram 100 milhões, Luciele (não 1 milhão). Surpreendente mesmo! Concordo com você que isso talvez tenha ocorrido, dentre vários outros fatores, em virtude dessa necessidade de buscar o inimigo universal... Penso que o mal não está fora, nem dentro mas decorre de comportamentos... por exemplo, o comportamento que separa e tenta destruir um inimigo (a guerra é, em si, o mal). A separação mais decisiva aí é a separação entre bem e mal... O bem separado do mal
Pessoal, já que estamos no bar... rsrsrs gostaria muito de colocar em pauta um fenômeno fresquinho que me deixou um tanto pensativa... vocês viram o vídeo mais compartilhado da semana (1 milhão de acessos em menos de uma semana, se não estou enganada)... um vídeo de uma ONG norteamericana sobre um terrorista da Uganda... enfim o que me chamou a atenção foi que, se de um lado as tecnologias de comunicação possibilitam novas formas de relação, articulações, enredamentos mais distribuídos, por outro ainda é capaz de mobilizar movimentos em massa liderados por uma ideia bastante pouco complexa, a meu ver. Estariam as sociedades contemporâneas, complexas, descentradas, múltiplas suscetíveis às formações de massas homogêneas e unívocas?! (antagonismos complementares?) Para não fugir muito da profundidade filosóficas das últimas discussões... creio que a necessidade de buscar ainda um autor de todo o mal do Universo fora de nós está ligada à nossa própria incapacidade de reconhecer todo este mal dentro de nós mesmos - motivo de toda intolerância. ("Nada do que é humano me é alheio." Nietzsche)
Comentário de Maria Thereza do Amaral em 20 março 2012 às 22:25 Bem-vindo a
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