Escola de Redes

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Estimados, realmente uma experiencia fascinante essa de vivenciar o festival...

Cheguei nas ultimas sessoes, por isso estimulo os amigos que estiveram por la por mais tempo para compartilharem algumas observações conosco.

Me intrigam as questões:

- alguem vivenciou o surgimento de uma idéia no processo de co-criação ? Explico: as idéias que conheci já foram trazidas por participantes, e foram sendo lapidadas ao longo do trabalho através de processos de colaboração crowd-sourcing. Se alguém vivenciou uma co-criação no nível de idéia, poderia compartilhar uma narrativa breve do processo com a gente ?

- que fatores facilitaram, ou estimularam, o desenvolvimento das idéias e o processo aberto de (co)nvivencia, que trouxe muitos frutos na escala individual ? ja me ocorrem alguns desses fatores: a interação presencial, que permitiu mais interação do que a interação mediada por computador; o "clima" do espaço, configurado pelo processo em si e pelos principios que Augusto desenvolve no texto base; a predisposição individual à interação livre e esta curiosidade e abertura espontanea ao outro; a batida do coração do processo (regularidade espaço-temporal dos encontros; e o que mais...?

- fenômenos emergentes: que propriedades ou processos "apareceram" ao longo do processo ? voces tem exemplos de clustering, swarming, cloning ?   fusão ou cisão de idéias ?  o que mais ?

um abraço co-criativo !

Caro Rafael, acredito que suas inquirições pode ser condensadas num critério elucidativo, qual seja - as propriedades emergentes, as ideia de redes sempre pensada como interação que no nível individual é responsável pelo digamos oscilações vista como comportamento coletivo, dela se constroem estruturas em qualquer nível, ou melhor campo do conhecimento, no caso da ideia é bem parecido como psicosemântico, penso que seria no nível cognitivo, veja bem, um geógrafo conhecido por Milton Santos postulou que a cidade é um sistema de objetos e ações ele na verdade constriu uma rede a mais invisível seria como exemplo, o meio técnico-científico-informacional. Já Morin tentando achar uma explicação com sua linguagem cria setas simbolizando um fluxo em interações, resta saber como e por quem fora influenciado a criá-los. Sua mente é pensado como uma espiral, porquê tenta sobressair do pensamento cartesiano, quando se pensa no infinito seria o início da espiral que se eleva, ela é tentado a criar invólucros cada qual com certo grau de complexidade, ou seja, se fala da ideia trata-se da emergência entre esses níveis estruturais presentes na linguagem, é como se tentassem que percebemos outra linguagem a do pensamento complexo o qual proclama. Imagine uma plataforma de modelos computacionais, imagine que queira analisar o comportamento de seres biológicos no nível individual depende das interações, comida, caça, por exemplo o resultado seria então o balanço de mortes e vidas neste sistema o que verá será probabilisticamente apenas um resultado, pronto mas não conseguirá fazer deduções, induções ou inferência, isto porque a emergência é irredutível e não-dedutível, agora se pensássemos no nível social, ande um pouco naquela espiral entraremos no nível da linguagem, cultura, hábitos até que se promova uma ação seria complexo ao nível individual, um geógrafo consegue fazer uma análise no espaço-tempo, sei que não se trata aqui da Física (ideia de Einstein), são tentativas de observar as matizes sociais....voltando a ideia, ainda, se a cognição entra no cronômetro psicológico e do mundo exterior fecundas ideia se materializam....acredito que devo ter respondido seus anseios...

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