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Grupo para reunir, comentar e estudar a obra de David de Ugarte

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Última atividade: 17 Out, 2016

REUNINDO A OBRA DE DAVID DE UGARTE


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A BIBLI.E=R já dispõe dos seguintes títulos de David de Ugarte:

UGARTE, David (2012): El modo de producción P2P

UGARTE, David (2010): Los futuros que vienen | epub

UGARTE, David & FERNANDEZ, Natalia (2010): La clave és pública

UGARTE, David (2009): Filés: democracia económica en el siglo de las redes (Copión de trabajo: 22/06/09) | Versão corrigida (de 26/07/09) | English version

UGARTE, David, QUINTANA, Pere e FUENTES, Arnau (2009): De las naciones a las redes | From nations to networks (Observação: posteriormente os autores Arnau Funtes e Pere Quintana foram expurgados da obra por David de Ugarte, que assumiu sozinho a autoria do livro: veja aqui o livro alterado. Para o caso desta página ser tirada do ar, prática frequente, salva-se um PDF aqui).

UGARTE, David & EEEE (2008): De las primeras patentes al movimiento por la devolución: auge y caída del concepto de propriedad intelectual

UGARTE, David & EEEE (2008): Das primeiras patentes ao movimento pela devolução: ascensão e queda do conceito de propriedade intelectual (Tradução de Luiz de Campos Jr.)

UGARTE, David (2007): El Poder de las Redes

UGARTE, David (2007): O poder das redes (em português)

UGARTE, David (2007): Breve historia del análisis de redes sociales

UGARTE, David (2004): 11M: Redes para ganar una guerra

UGARTE, David (ed) (2003): Como una enredadera y no como un árbol

.

UGARTE, David (03/2011): http://david.lasindias.com/fluzz-ebook/ | Salvo em HTML aqui

Fórum de discussão

DAS PRIMEIRAS PATENTES AO MOVIMENTO PELA DEVOLUÇÃO

Ascensão e queda do conceito de propriedade intelectualContinuar

Iniciado por Augusto de Franco 10 Fev, 2016.

EL MODO DE PRODUCCIÓN P2P

UGARTE, David et al (2012): El modo de producción P2PContinuar

Iniciado por Augusto de Franco 15 Mar, 2013.

La Revolución P2P contada en 10 minutos 1 resposta 

David de Ugarte ~ 3 de junio de 2012La Revolución P2P contada en 10 minutosAcabamos de llegar…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 4 Jun, 2012.

REGISTROS HISTÓRICOS 1 resposta 

Quem é Arnau Fuentes…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Augusto de Franco 24 Mar, 2012.

SUGESTÃO DE MATERIAL DIDÁTICO 1 resposta 

Estes guións ilustrados de David de Ugarte podem ser usados ou adaptados para servir como material didático em programas de aprendizagem sobre redes sociais. Ou, pelo menos, podem sugerir coisas semelhantes, com perguntas em vez de sentenças…Continuar

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Lía Goren 21 Mar, 2011.

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Comentário de rafael ferreira de paula em 13 dezembro 2012 às 8:16

Esclarecendo: do livro O poder das redes.

Comentário de rafael ferreira de paula em 13 dezembro 2012 às 7:59

¨Já a lírica nos diz que nossa identidade não reside no que somos, mas no que acreditamos poder alcançar, na felicidade da mudança seguinte, da próxima melhora possível. Convida-nos, pois, a definir-nos sobre o passo seguinte, a cada um levar a bandeira do seu próprio percurso. Convida-nos a fazer caminhos, cada um o seu, e a não a aceitar um único destino.¨

¨...se tentarmos centralizar o distribuído, se pretendermos ficar como os tutores do processo de debate que iniciamos, conseguiremos unicamente inibi-lo e, ao final, não teremos propostas claras às quais as pessoas possam aderir.¨

" Se uma mensagem for bem articulada, poderá alarmar o suficiente para que as pessoas se envolvam. E se, por exemplo, formos contra um projeto de lei que, apesar da nossa luta, é aprovado? É provável que não vivamos, de forma evidente, um 1984 orwelliano no dia seguinte à sua aplicação, mas, seguramente, as coisas serão mais difíceis para os objetivos que perseguimos, e nos fará mais falta do que nunca formar opinião e mobilizar as pessoas. Se tivermos vendido a idéia de que as alternativas eram ou a retirada do projeto, ou o fim do mundo, definitivamente teremos perdido os bens mais valiosos: o ânimo dos que participam e sua confiança nas perspectivas abertas pelas suas próprias ações.¨

¨Se, de verdade, queremos propagar uma idéia, não devemos contrariar, em absoluto, que isto venha a ocorrer. Pelo contrário, não há
melhor sintoma de que uma campanha distribuída está indo bem.¨

¨...o poder dos blogs nasce de gerar relatos concretos de um estilo de vida, nos quais, como dizíamos no capítulo anterior, o projeto é vivido na primeira pessoa como algo prazeroso, criativo, divertido e pleno, prefigurando o modo de vida pelo qual se luta e a liberdade que se almeja no estilo de vida que se descreve. As pessoas aderem a uma forma de viver, a uma aposta pela vida.¨

¨..a diversidade existe e sempre estará aí para lembrar-nos de que nunca existirão, nem como limites, os universais platônicos.¨

"...razão, a perda da ilusão proprietária, excludente, também nos faz sentir próximos da vertigem inerente ao questionamento mais íntimo: aparece o caos, a mistura, a perda de uma origem clara, o fim de um mundo ordenado por objetivos."

Comentário de rafael ferreira de paula em 13 dezembro 2012 às 7:59

Alguns trechos pinçados em minha leitura:

"Então, as redes distribuídas não têm formas políticas de organização? Não, o que ocorre é que estamos tão acostumados a viver em redes de poder descentralizadas, que confundimos a organização da representação com a organização da ação coletiva. A perversão da descentralização chegou a tal ponto que ―democracia transformou-se em sinônimo de eleição de representantes, isto é, de nodos filtro."

"Não faltam exemplos, nos últimos anos, de governantes que imaginaram que bastaria controlar os filtros tradicionais, imprensa e TV, para condicionar os cidadãos, assegurando-se de que só chegaria a eles a informação conveniente. A informalidade das novas redes de informação distribuídas, no entanto, os coloca em confronto com milhares de cidadãos nas ruas. Em alguns casos (Filipinas, Espanha etc.), os levou a perder o poder. O importante, no entanto, não é o resultado, mas a base de tais sintomas."

"E essa não-separação entre vida, trabalho e idéias é uma tradução direta da ética hacker, uma negação prática da divisão do trabalho, própria das redes hierárquicas descentralizadas."

"Assim como o software livre representa um novo tipo de bem público não-estatal, a blogosfera é um meio de comunicação distribuído, público, gratuito e transnacional, a primeira esfera pública democrática real e praticamente universal.
Se a mídia, e sobre tudo a televisão, havia privatizado a vida pública e o debate político, reduzindo o imaginário a um espetáculo totalitário, produzido industrialmente segundo os mesmos padrões da produção das coisas, a blogosfera representa o começo de uma verdadeira reconquista da informação e do imaginário como criações coletivas e desmercantilizadas."

"Se, na prática, a blogosfera enfraquece a representação midiática, de que maneira poderia permanecer incólume a representação dos mediadores políticos profissionais?"

"Substituindo as graves assembléias por blogs, agregadores e links, mudando as reuniões e as bandeiras por concertos de rock e cartazes de impressão caseira, com frases provocativas, a revolução é vivenciada na primeira pessoa, como algo alegre, criativo, divertido e pleno, prefigurando o modo de vida pelo qual se luta, e a liberdade que se almeja, no estilo de vida que se descreve. As pessoas aderem a uma forma de viver, a uma aposta pela vida."

¨A lírica convida a se somar sem se diluir, procura a conversação, não a adesão. Trata-se de uma opção ética frente à dimensão excludente, sacrificial e de confrontação que irremediavelmente é colocada pela épica.¨

¨A partir dela tanto cabe a inclusão como um irônico distanciamento, mas nunca a excomunhão.¨

¨Não somos indivíduos, somos pessoas definidas não só por um ser, mas também por um conjunto de relações, de conversações e expectativas que configuram uma existência.¨

Comentário de Augusto de Franco em 15 setembro 2012 às 9:46

Esta é outra biblioteca reorganizada BIBLIOTECA DAVID DE UGARTE

Comentário de Augusto de Franco em 4 setembro 2011 às 6:41

La semilla de la que brotan los sueños

27ago2011

El «crowdfunding» salta de la producción cultural a la creación de pequeñas empresas en EEUU y a la financiación de microemprendedores en la perifería. Un nuevo tipo de demanda, agregada por primera vez gracias a Internet, revela el deseo social de un nuevo tipo de capital semilla cuya rentabilidad no se mide por el tipo de interés, sino por sus resultados en diversidad y empleo.

Películas como «El Cosmonauta» o novelas como «La amenaza de los dioses» han dado a conocer un sistema de capitalización cada vez más frecuente: el «crowdfunding». El sistema es sencillo: muchas donaciones pequeñas hacen posibles proyectos de bajo presupuesto sustentados por la pasión propia de la ética hacker. Esta forma de pequeño swarming financiero, se ha establecido ya como un estándar para salvar las dificultades de capital y distribución de la producción de libros, filmes y discos. Lo impulsaron autores extraños a las redes sociales que dan el tono de la industria cultural. Por eso el «crowdfunding» tiene encanto. El encanto del voluntarismo y la rebeldía. El de la generosidad: es común que muchas de las obras que se capitalizan así se creen desde el primer momento para el dominio público o bajo alguna formar de propiedad intelectual «blanda». Y se da por hecho que los donantes-socios, recibirán regalos, camisetas, ediciones especiales y contenidos exclusivos. En algunos casos se les invitará a los rodajes o grabaciones. En otros se les tendrá en cuenta en el curso mismo de la trama. Hay ya una cultura del «crowdfunding»: ofrece identidad y experiencias. Transmite la sensación de poder transformar las cosas y poner en jaque a los oligopolios culturales.

Kickstarter es una plataforma norteamericana de crowdsourcing. Está llena de músicos que invitan a sus fans a financiar la producción de un CD, cineastas que se ven capaces de sacar adelante una película con 120.000$ y todo tipo de iniciativas sociales y culturales.

Pero hay más. En Europa o América Latina muchos se sorprenderían de ver como una tienda de comida de Harlem se abre tras recaudar poco menos de 25.000$… cuando solicitaba 23.000. Y es que 25.000 dólares es ya todo un capital semilla. Y no se pide para producir un objeto del que disfrutarán los donantes. Se pide para cubrir los costes fijos en el comienzo de un negocio. Pero lo mejor es que a los contribuyentes no se les remunera con acciones, sino con libros de cocina dedicados, entradas para las fiestas de recogida de fondos y tarjetas de fidelización del propio restaurante.

¿Desde cuándo el capital se remunera con merchandising? La clave está en el fuerte sentido identitario de la propuesta (comida ecológica, forma cooperativa), su marcada dimensión social (los trabajadores son chicos jóvenes «en peligro de exclusión» y el negocio se localizará en Harlem) y sobre todo en la esencia misma del «crowdfunding»: al aportar pequeñas cantidades el donante siente que la rentabilidad de su aporte no es monetaria.

Porque si algo queda claro en EEUU a estas alturas de crisis es que para que algo exista tiene ser sostenible, y tener, por tanto, forma de negocio. Si quieres poder comer en Michigan cocina española, apoyarás un restaurante caravana que haga tapas y paellas, si quieres que se difundan los valores cooperativos apoyarás a una empresa de materiales pedagógicos que quiere desarrollar un «Monopoly» alternativo.

Es algo muy parecido a la experiencia de Kiva, un proyecto al que ya hemos dedicado varios posts en esta bitácora. Según sus estadísticas, con una donación media de 212$, se han prestado a través de esta plataforma más de 237 millones de dólares a microempresarios de países en desarrollo. El donante medio ha reinvertido los créditos, una vez devueltos, una media de 7.32 veces (y subiendo). Es decir, el prestamista de Kiva no pretende ganar dinero con su inversión. La rentabilidad para él no es monetaria, se sabe un mediador entre emprendedores sin recursos: cobra de uno para prestar al siguiente en una cadena que no pretende romper en ningún momento.

Conclusiones

Lo que todas estas experiencias nos cuentan es que muchos están dispuestos a aportar cash para generar capital semilla por agregación. Sobre todo si pueden elegir y tener una relación directa, personal con el producto final. Quieren contribuir a crear capital que permita arrancar a negocios cuya función entiendan. Tanto que están, estamos, dispuestos a hacerlo sin recibir un tipo de interés, incluso sin esperar ver devuelto el principal. A cambio tan sólo de que el mercado, el gran procomún social, esté abierto a más personas y sea más diverso.

Comentário de Augusto de Franco em 21 março 2011 às 7:52

Comentário de Augusto de Franco em 21 março 2011 às 7:51

Comentário de Augusto de Franco em 16 março 2011 às 10:38

Comentário de Augusto de Franco em 16 março 2011 às 9:42

Comentário de Augusto de Franco em 31 outubro 2010 às 7:15
Novo livro de David de Ugarte na BIBLI.E=R

UGARTE, David (2010): Los futuros que vienen | epub
 

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