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REDES, DESENVOLVIMENTO LOCAL E... REDES! 1 resposta 

Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Pedro Henrique Ferreira 9 Jul, 2016.

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Comentário de Helvécio Rodrigues A. Morais em 9 abril 2012 às 14:30

Entendo, Augusto! Concordo que a centralização é um fenômeno social e não natural como a escassez, qdo não produzida artificialmente. Penso então que não me fiz entender suficientemente. Vc sugere em sua nova proposta para a Escola-de-Redes que as atividades de aprendizagem podem ser cobradas ("de quem pode pagar"), afinal "quem trabalha precisa ganhar por seu trabalho", que "a remuneração dos membros será negociada de acordo com seu empenho, trabalho, esforço, dedicação etc, segundo critérios definidos pelas próprias comunidades". Ao meu ver pode ser muito complicado e até impossível distinguir com justiça (principalmente sem contar com o consenso) quem pode e quem não pode pagar; assim como através do empenho ou do esforço (a julgar pelas atividades intelectuais ou braçais) quem deve ganhar mais ou menos. A própria figura de um patrocinador ou financiador tenderá a controlar as atividades, logo centralizar as decisões. Contudo vivemos numa sociedade que usa o dinheiro como valor de troca e precisamos dele para sobrevivermos. No entanto, antes de nos encontrarmos aqui, todos já tinham e, suponho, devem ainda estar mantendo, suas próprias atividades remuneradas para sobreviverem. O que não nos impediu de utilizarmos o tempo livre para nos dedicarmos à Escola-de-Redes voluntariamente. Sua entrega a este projeto da Escola-de-Redes é um bom exemplo disso. É admirável o que conseguiu aqui disponibilizando tantos recursos e estudos próprios sem receber nada em troca, a não ser "capital social". Me diga se estou delirando, pois, acredito que futuramente, numa sociedade de redes cada vez mais distribuídas, essa realidade possa ser diferente. Oxalá possa haver uma espécie de produção e distribuição sutentável e universal onde tudo estaria à disposição de todos na medida da acessibilidade de cada um e conforme a sua necessidade vital e salubre. Posso estar errado, mas penso que ao substituirmos o que era voluntário para algo que seja remunerado as relações e os interesses tbém se alterem para algo não desejado.

Comentário de Augusto de Franco em 6 abril 2012 às 18:48

Talvez não tenha explicado direito o que penso, Helvécio. O poder está co-implicado na geração artificial de escassez, não na escassez em si. Escassez de algum recurso sempre haverá em alguma circunstância, em algum período e lugar. Se atribuirmos a centralização à escassez, então naturalizamos um fenômeno (anti)social. A partir daí seria possível explicar o surgimento natural das hierarquias, como consequência de condições fortuitas de escassez. Bem... há quem pense assim. Eu não penso.

Comentário de Helvécio Rodrigues A. Morais em 6 abril 2012 às 17:15

Desculpe, mas não entendi! Se o dinheiro não é abundante ele não seria escasso? Logo, ele não geraria centralização e poder?

Comentário de Augusto de Franco em 5 abril 2012 às 19:04

Penso que o que gera escassez é a centralização (e vice-versa), não o dinheiro ou outro equivalente de troca qualquer. Poder é uma medida de não-rede distribuída, quer dizer, de centralização. Se quiser saber meu ponto de vista sobre isso, Helvécio, leia O Poder nas Redes Sociais. Abraços.

Comentário de Helvécio Rodrigues A. Morais em 5 abril 2012 às 14:15

Uma dúvida sobre o texto "Uma nova proposta para a Escola-de-Redes".

Se o que realmente importa para as redes sociais é a vida e o campartilhamento livre de aprendizagem e conhecimento, qualquer outra ideia de valor como o dinheiro não geraria excassez, dívida, que por sua vez geraria privilégio, poder sobre os outros e finalmente hieraquia?

Comentário de Augusto de Franco em 30 dezembro 2011 às 7:16

Jornal da CBN

'Nossa realidade é dos mundos altamente conectados'


Entrevista com Augusto de Franco, professor e criador da Escola de Redes

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Comentário de Augusto de Franco em 7 junho 2011 às 7:33
Comentário de Augusto de Franco em 25 março 2011 às 11:23

Oswaldo Gouvêa e suas travessuras digitais...

 

Ô Oswaldo, eu fiquei vesguinho demais...

 


Comentário de Augusto de Franco em 23 março 2011 às 15:53

Comentário de Augusto de Franco em 6 março 2011 às 7:23
 
 
 

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