Escola de Redes

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Respostas a este tópico

A sociedade, ao longo de um tempo, demonstrou uma forma muito particular de configuração para resolver e atenuar seus anseios, angústias e necessidades. Dessa forma, atingiu uma via de acesso rápido, direto e ilimitado que permitiu o contato com realidades e concepções diversas associativas, cujas complexidades e interações não estariam diretamente amadurecidas, quanto ao seu uso.

Assim sendo, aberrações e definições conceituais pragmáticas e inadequações quanto ao processo de formação de uma conduta, muitas vezes equivocada, doentia e agressiva, dissiminou uma linha de comunicabilidade, extremamente crítica, ao afetar princípios, condutas e valores de humanização. Convenhamos, vivemos em uma concepção de mundo onde a fragmentação está diretamente relacionada e fundamentada quanto ao acesso ao petróleo; e isso, é o diferencial de uma sustentabilidade econômica situacional em um país.

Vejam bem: de que adianta um país ter recursos, se estes estão comprometidos e seu uso é determinado como exclusivo da privatização e capital estrangeiro de domínio? de que adianta a competitividade de mercado, se os funcionários, não possuem flexibilização e liberdade para exercerem suas habilidades pessoais, sendo valorizados por isso? de que adianta a globalização, se o ser humano abusa da ignorância quanto a permanência de uma postura individualista e egoísta, quanto às relações (vazias, sem profundidade e sem significado ou importância sobre a essência da vida, como um conjunto interativo, ao qual faz parte, definindo, apropriando, negociando e fundamentando-as segundo pessoalidades intencionais)? de que adianta, estabelecermos contato com o mundo, se grande parte das pessoas que utilizam as redes sociais pecam em um ponto básico ... muitas esquecem que o compromisso com as necessidades da humanidade, deve ser partilhado por uma diplomacia de convivência e permuta culturais com restrições sobre a inegociabilidade de valores da vida (o comércio e a ilegalidade de procedimentos como aborto, drogas, narcotráfico, violência ... são inquestionáveis ... não se abre precedentes de negociação sobre isso ... é destrutivo do caráter humano, quanto a sua profundidade existencial)? de que adianta explorarmos terras longínquas e ambientes inóspitos, se a miséria é globalizada e a riqueza não? e por aí vai?

As redes sociais, realmente, uma vez constituídas, deveriam permitir-se banir certos vícios, como sendo um deles, a superficialidade egocênctrica de relações promocionais e, sim, envolverem-se com a preocupação da reconstrução de princípios e readequações sistêmicas de posturas que agreguem a responsabilização social. E não apenas utilizar-se de um meio como método para estabelecer relações de contato digital (justificando-se como aproximação existencial) ou comunicação transfronteiriça. Não. Isso deve ser assimilado ... Temos um compromisso enorme quanto ao tipo de postura, caráter, ética e determinação que devemos delinear ao sanseios de gerações organizadas segundo suas bases de sustentação da humanidade ... uma Fé ... uma preocupação existencial para com as necessidades de todos ... uma ruptura conceitual do egoísmo e individualidade ... e ... a falta de sensibilidade e percepção sobre as adversidades (relacionadas às exclusões e inclusões comportamentais), acentuadas virtualmente pela conotação estendida à maneira como se tem acesso e utiliza-se tudo sem a definição do significado e identidade, formado e aplicada devidamente.

Por muitas vezes, pensa-se que esse mecanismo possa ser uma arma potencial de destruição intelectual em massa. Prefiro pensar que realmente seja um instrumento potencial, porém, sabendo-se que o conhecimento é a maior conquista que um homem pode vir a adquirir e que existem inúmeras pessoas qualificadas, pensantes e exemplares quanto à sua profunda relação de respeito à essência da vida ... podemos sim, resgatar, reintroduzir e reaplicar verdadeiras propostas de dignidade, honra e valorização de nossos princípios de humanidade.

Temos que ser parceiros nesse processo ... e não ... adversários; temos que ser senhores da tecnologia ... e não ... escravos dela; temos que ser senhores de nossos sentimentos ... e não ... algozes deles ... temos que fazer prevalecer uma consciência que, acima de tudo, perceba a relevância do livre-arbítrio como diferencial estabelecido entre o equilíbrio e a fragmentação corporativa de uma justiça social almejada.

 

Sensacional o texto do Sergio Luis. 

Sérgio Luis Langer disse:

A sociedade, ao longo de um tempo, demonstrou uma forma muito particular de configuração para resolver e atenuar seus anseios, angústias e necessidades. Dessa forma, atingiu uma via de acesso rápido, direto e ilimitado que permitiu o contato com realidades e concepções diversas associativas, cujas complexidades e interações não estariam diretamente amadurecidas, quanto ao seu uso.

Assim sendo, aberrações e definições conceituais pragmáticas e inadequações quanto ao processo de formação de uma conduta, muitas vezes equivocada, doentia e agressiva, dissiminou uma linha de comunicabilidade, extremamente crítica, ao afetar princípios, condutas e valores de humanização. Convenhamos, vivemos em uma concepção de mundo onde a fragmentação está diretamente relacionada e fundamentada quanto ao acesso ao petróleo; e isso, é o diferencial de uma sustentabilidade econômica situacional em um país.

Vejam bem: de que adianta um país ter recursos, se estes estão comprometidos e seu uso é determinado como exclusivo da privatização e capital estrangeiro de domínio? de que adianta a competitividade de mercado, se os funcionários, não possuem flexibilização e liberdade para exercerem suas habilidades pessoais, sendo valorizados por isso? de que adianta a globalização, se o ser humano abusa da ignorância quanto a permanência de uma postura individualista e egoísta, quanto às relações (vazias, sem profundidade e sem significado ou importância sobre a essência da vida, como um conjunto interativo, ao qual faz parte, definindo, apropriando, negociando e fundamentando-as segundo pessoalidades intencionais)? de que adianta, estabelecermos contato com o mundo, se grande parte das pessoas que utilizam as redes sociais pecam em um ponto básico ... muitas esquecem que o compromisso com as necessidades da humanidade, deve ser partilhado por uma diplomacia de convivência e permuta culturais com restrições sobre a inegociabilidade de valores da vida (o comércio e a ilegalidade de procedimentos como aborto, drogas, narcotráfico, violência ... são inquestionáveis ... não se abre precedentes de negociação sobre isso ... é destrutivo do caráter humano, quanto a sua profundidade existencial)? de que adianta explorarmos terras longínquas e ambientes inóspitos, se a miséria é globalizada e a riqueza não? e por aí vai?

As redes sociais, realmente, uma vez constituídas, deveriam permitir-se banir certos vícios, como sendo um deles, a superficialidade egocênctrica de relações promocionais e, sim, envolverem-se com a preocupação da reconstrução de princípios e readequações sistêmicas de posturas que agreguem a responsabilização social. E não apenas utilizar-se de um meio como método para estabelecer relações de contato digital (justificando-se como aproximação existencial) ou comunicação transfronteiriça. Não. Isso deve ser assimilado ... Temos um compromisso enorme quanto ao tipo de postura, caráter, ética e determinação que devemos delinear ao sanseios de gerações organizadas segundo suas bases de sustentação da humanidade ... uma Fé ... uma preocupação existencial para com as necessidades de todos ... uma ruptura conceitual do egoísmo e individualidade ... e ... a falta de sensibilidade e percepção sobre as adversidades (relacionadas às exclusões e inclusões comportamentais), acentuadas virtualmente pela conotação estendida à maneira como se tem acesso e utiliza-se tudo sem a definição do significado e identidade, formado e aplicada devidamente.

Por muitas vezes, pensa-se que esse mecanismo possa ser uma arma potencial de destruição intelectual em massa. Prefiro pensar que realmente seja um instrumento potencial, porém, sabendo-se que o conhecimento é a maior conquista que um homem pode vir a adquirir e que existem inúmeras pessoas qualificadas, pensantes e exemplares quanto à sua profunda relação de respeito à essência da vida ... podemos sim, resgatar, reintroduzir e reaplicar verdadeiras propostas de dignidade, honra e valorização de nossos princípios de humanidade.

Temos que ser parceiros nesse processo ... e não ... adversários; temos que ser senhores da tecnologia ... e não ... escravos dela; temos que ser senhores de nossos sentimentos ... e não ... algozes deles ... temos que fazer prevalecer uma consciência que, acima de tudo, perceba a relevância do livre-arbítrio como diferencial estabelecido entre o equilíbrio e a fragmentação corporativa de uma justiça social almejada.

 

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