Grupo para reunir, comentar e estudar os textos de Augusto de Franco
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Site profissional de Augusto de Franco: http://netweaving.ning.com
A BIBLI.E=Rjá dispõe dos seguintes títulos de Augusto de Franco:
Veja uma seleção de textos a partir de 2009 em http://txtaugustodefranco.tumblr.com/
Veja uma seleção de apresentações e vídeos em http://augustodefranco.tumblr.com/
FRANCO, Augusto (2011): Vida e morte das empresas na sociedade em rede
FRANCO, Augusto (2011): Resista à tentação de pertencer a um grupo
FRANCO, Augusto (2011): O Melhor Lugar do Mundo
FRANCO, Augusto (2011): É o social, estúpido!
FRANCO, Augusto (2011): Como se tornar um netweaver
FRANCO, Augusto (2011): Fluzz- Vida humana e convivência social nos novos mundos altamente conectados do terceiro milênio

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FRANCO, Augusto (2010): Redes são ambientes de interação, não de participação (Draft 2) | PDF | Twitdoc | SlideShare | Comente aqui
FRANCO, Augusto (2010): Democracia: um programa autodidático de aprendizagem
FRANCO, Augusto (2010): 2009: 10 escritos sobre redes sociais
ALGARRA, Luiz, FRANCO, Augusto, WOLLHEIM, Bob, GABRIEL, Martha, LIMA Jr, Walter et al. (2010): Redes digitais ou redes sociais: afinal, quem está conectado está em rede? (Debate no Campus Party 2010: Video 102')
FRANCO, Augusto (2010): Desobedeça: uma inspiração para o netweaving
FRANCO, Augusto (2009): Netweaving (Apresentação completa no TEDxSP)
Augusto de Franco (no TEDxSP: 2009)

FRANCO, Augusto (2009): Netweaving (Apresentação completa no TEDxSP | Slides) | Slides sincronizados com o vídeo
FRANCO, Augusto (2009): Netweaving (Rascunho da apresentação no TEDxSP | Slides)
FRANCO, Augusto (2009): O que são redes sociais (Video)
FRANCO, Augusto (2009): Netweaving: por que falamos tanto de redes sociais e temos tanta dificuldade de articulá-las | Palestra no MASP 15/09/09 (Áudio MP3)
FRANCO, Augusto (2009): Netweaving (PPT) | Versão comprimida (PPS 8,5Mb)
FRANCO, Augusto (2009): Buscadores & Polinizadores (Roteiro para elaboração de um livro coletivo sobre aprendizagem em um Highly Connected World) | Segunda Versão (2010) | Quarta Versão (2010)
FRANCO, Augusto (2009): AEL - Arranjos Educativos Locais (Draft 1)
FRANCO, Augusto (2009): O poder nas redes sociais | PDF
FRANCO, Augusto (2009): A transição da organização hierárquica para a organização em rede | PDF | Outra edição: FRANCO, Augusto (2009): A transição da organização hierárquica para a organização em rede
FRANCO, Augusto (2009): A desastrosa idéia de sucesso
FRANCO, Augusto (2009): Cada um no seu quadrado | PDF
FRANCO, Augusto (2009): O misterioso 1%
FRANCO, Augusto (2009): A independência das cidades | PDF | Segunda Versão (2010) PDF
FRANCO, Augusto (2009): A lógica da abundância
FRANCO, Augusto (2008): Uma introdução às redes sociais
FRANCO, Augusto (2008): Para fazer netweaving
FRANCO, Augusto (2008): Sobre nossas dificuldades de organizar redes
FRANCO, Augusto (2008): Articule você também uma escola de redes
FRANCO, Augusto (2008): É possível sem um mínimo de hierarquia?
FRANCO, Augusto (2008): Terms of reference regarding sustainability | PDF
FRANCO, Augusto (2008): Redes sociais: a multiplicação dos talentos (Video)
FRANCO, Augusto (2008): Escola de Redes: novas visões
FRANCO, Augusto (2008): Escola de Redes: Tudo que é sustentável tem o padrão de rede
FRANCO, Augusto (2007): Alfabetización Democrática (HTML em espanhol, tradução de Carlos Boyle: 2008)
FRANCO, Augusto (2007): Alfabetização Democrática
FRANCO, Augusto (2007): DLIS (HTML)
FRANCO, Augusto (2005): Desenvolvimento, capital social, redes sociais e sustentabilidade: o conteúdo de minhas palestras no período 2003-2005
FRANCO, Augusto (2003-2006): O experimento de Duncan | PDF
FRANCO, Augusto (2004): O lugar mais desenvolvido do mundo (WORD) | PDF | iPhone | Smartphone | Java | The most developed place on Earth
FRANCO, Augusto (2003): A revolução do local (HTML)
FRANCO, Augusto (2003): A revolução do local: globalização, glocalização, localização (WORD)
FRANCO, Augusto (2003): Três gerações de políticas sociais
FRANCO, Augusto (2001): Uma teoria da cooperação baseada em Maturana (HTML)
FRANCO, Augusto (2001): Sociedades de dominação e sociedades de parceria (HTML)
FRANCO, Augusto (2001): Capital social: leituras de Tocqueville, Jacobs, Putnam, Fukuyama, Maturana, Castells e Levy
FRANCO, Augusto e POGREBINSCHI, Thamy (editores) (2008): Democracia Cooperativa: Escritos Políticos Escolhidos de John Dewey
FEIJÓ, Jandira & FRANCO, Augusto (2007) (orgs.). Olhares sobre a experiência da Governança Solidária Local de Porto Alegre. Porto Alegre: CMDC / ediPUCRS, 2007
FRANCO, Augusto (2001) Capital social - Leituras de Tocqueville, Jacobs, Putnam, Fukuyama, ....pdf (1,8 MB)…Continuar
Iniciado por Augusto de Franco 18 Jan.
FRANCO, Augusto (2001): Capital social: leituras de Tocqueville, Jacobs, Putnam, Fukuyama, ...FRANCO, Augusto (2003). …Continuar
Iniciado por Augusto de Franco 18 Jan.
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Iniciado por Augusto de Franco. Última resposta de Eduardo Shana 26 Set, 2011.
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Valeu Augusto, pelos esclarecimentos! Vou buscar me inteirar sobre essas discussões.
Comentário de Augusto de Franco em 9 abril 2012 às 16:05 Concordo, Helvécio. No entanto, aquela foi apenas uma sugestão para quem quer trabalhar com isso, não aqui nesta plataforma (que continua não sendo um site comercial) e sim em empreendimentos levantados com seus próprios esforços. Já fizemos aqui muitas discussões sobre o assunto (negócios e Escola-de-Redes). Como a E=R não tem direção, cada qual fará o que desejar e do jeito que julgar melhor: lá na sua praia. Que poderá também ser a nossa praia se desejarmos nos juntar às suas iniciativas... É a "lógica da abundância"! ;)
Entendo, Augusto! Concordo que a centralização é um fenômeno social e não natural como a escassez, qdo não produzida artificialmente. Penso então que não me fiz entender suficientemente. Vc sugere em sua nova proposta para a Escola-de-Redes que as atividades de aprendizagem podem ser cobradas ("de quem pode pagar"), afinal "quem trabalha precisa ganhar por seu trabalho", que "a remuneração dos membros será negociada de acordo com seu empenho, trabalho, esforço, dedicação etc, segundo critérios definidos pelas próprias comunidades". Ao meu ver pode ser muito complicado e até impossível distinguir com justiça (principalmente sem contar com o consenso) quem pode e quem não pode pagar; assim como através do empenho ou do esforço (a julgar pelas atividades intelectuais ou braçais) quem deve ganhar mais ou menos. A própria figura de um patrocinador ou financiador tenderá a controlar as atividades, logo centralizar as decisões. Contudo vivemos numa sociedade que usa o dinheiro como valor de troca e precisamos dele para sobrevivermos. No entanto, antes de nos encontrarmos aqui, todos já tinham e, suponho, devem ainda estar mantendo, suas próprias atividades remuneradas para sobreviverem. O que não nos impediu de utilizarmos o tempo livre para nos dedicarmos à Escola-de-Redes voluntariamente. Sua entrega a este projeto da Escola-de-Redes é um bom exemplo disso. É admirável o que conseguiu aqui disponibilizando tantos recursos e estudos próprios sem receber nada em troca, a não ser "capital social". Me diga se estou delirando, pois, acredito que futuramente, numa sociedade de redes cada vez mais distribuídas, essa realidade possa ser diferente. Oxalá possa haver uma espécie de produção e distribuição sutentável e universal onde tudo estaria à disposição de todos na medida da acessibilidade de cada um e conforme a sua necessidade vital e salubre. Posso estar errado, mas penso que ao substituirmos o que era voluntário para algo que seja remunerado as relações e os interesses tbém se alterem para algo não desejado.
Comentário de Augusto de Franco em 6 abril 2012 às 18:48 Talvez não tenha explicado direito o que penso, Helvécio. O poder está co-implicado na geração artificial de escassez, não na escassez em si. Escassez de algum recurso sempre haverá em alguma circunstância, em algum período e lugar. Se atribuirmos a centralização à escassez, então naturalizamos um fenômeno (anti)social. A partir daí seria possível explicar o surgimento natural das hierarquias, como consequência de condições fortuitas de escassez. Bem... há quem pense assim. Eu não penso.
Desculpe, mas não entendi! Se o dinheiro não é abundante ele não seria escasso? Logo, ele não geraria centralização e poder?
Comentário de Augusto de Franco em 5 abril 2012 às 19:04 Penso que o que gera escassez é a centralização (e vice-versa), não o dinheiro ou outro equivalente de troca qualquer. Poder é uma medida de não-rede distribuída, quer dizer, de centralização. Se quiser saber meu ponto de vista sobre isso, Helvécio, leia O Poder nas Redes Sociais. Abraços.
Uma dúvida sobre o texto "Uma nova proposta para a Escola-de-Redes".
Se o que realmente importa para as redes sociais é a vida e o campartilhamento livre de aprendizagem e conhecimento, qualquer outra ideia de valor como o dinheiro não geraria excassez, dívida, que por sua vez geraria privilégio, poder sobre os outros e finalmente hieraquia?
Comentário de Augusto de Franco em 30 dezembro 2011 às 7:16
Comentário de Augusto de Franco em 7 junho 2011 às 7:33
Comentário de Augusto de Franco em 25 março 2011 às 11:23 Bem-vindo a
Escola de Redes
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