Escola de Redes

Lendo as discussões e conversas vejo que minha experiência éum pouco diferente dos demais participantes da Escola de Redes. Seja no trabalho, como consultora em desenvolvimento social, seja como voluntaria nos conselhos municipais, minha  dificuldade nem chega a ser conceitual, ela pára no vocabulário - quase totalmente desconhecido pelas pessoas.

As pessoas se "arranjam" em redes, trabalham em redes, estudam em redes; às vezes abertas, às vezes fechadas, às vezes simples, às vezes complexas...

Trocando em miúdos: as redes são inerentes as relações humanas mas, em minha expêriencia, não são percebidas como tal. Então, o que poderia ser facilitador passa a ser um obstaculo.

Gostaria de saber se há outros participantes com a mesma dificuldade para que possamos trocar "dois dedos de prosa". :) Guará

 

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Respostas a este tópico

Oi Guará
Esse tema me fascina. Manda bala.
Acho que uma das coisas legais que seu questionamento me faz pensar é a necessidade de educar as pessoas com esse novo vocabulário. E isso pode ser feito através das redes de cada um de nós. Se tivermos uma coletânea de conteúdos em linguagem bem simples e direta, isso pode facilitar bastante.
Vi uma sacada editorial bacana no site KM Board (KM=Knowledge Management). É o KM for Beginners. Ou seja, um tag aplicado a algumas publicações selecionadas que atendam a essa finalidade.
Poderíamos, dentro da nossa biblioteca na E=R, taggear os conteúdos com esse tag: "iniciantes" ou algo assim. Dessa forma, cada um de nós que quiser propagar a visão das redes, terá conteúdos de primeira para utilizar.

Para mim interessa especialmente essa educação nos campos em que vc atua: municípios, desenvolvimento regional etc. Você estará na CIRS?

Um abraço
Sérgio
É sempre bom saber que "não estamos sós". Vou estar na CIRS e será um prazer conversar com voce. bjs

Sergio Storch disse:
Oi Guará
Esse tema me fascina. Manda bala.
Acho que uma das coisas legais que seu questionamento me faz pensar é a necessidade de educar as pessoas com esse novo vocabulário. E isso pode ser feito através das redes de cada um de nós. Se tivermos uma coletânea de conteúdos em linguagem bem simples e direta, isso pode facilitar bastante.
Vi uma sacada editorial bacana no site KM Board (KM=Knowledge Management). É o KM for Beginners. Ou seja, um tag aplicado a algumas publicações selecionadas que atendam a essa finalidade.
Poderíamos, dentro da nossa biblioteca na E=R, taggear os conteúdos com esse tag: "iniciantes" ou algo assim. Dessa forma, cada um de nós que quiser propagar a visão das redes, terá conteúdos de primeira para utilizar.

Para mim interessa especialmente essa educação nos campos em que vc atua: municípios, desenvolvimento regional etc. Você estará na CIRS?

Um abraço
Sérgio
Estou postando o link de um video que traduz parte das minhas percepçoes.
http://revistaescola.abril.com.br/geografia/pratica-pedagogica/karl...
Tentei postar o video mas parece haver "imcompatibilidade de genio".
:)Guará
Me identifico com esta questão, trabalho com gestão do conhecimento e vejo que existem inclusive "resistências" às redes. Utilizar comunidades de prática, por exemplo, pode passar de solução à problema em instantes se o foco for dado à ferramenta e não ao processo e à sensibilização.
Concordo com você. O unico grupo que consegui sensibilizar e usar a ferramenta, ao mesmo tempo, foi o dos adolescentes. Prá falar a verdade, se não houvesse estes jovens cidadãos, que alimentam minha vida com humor, esperança e transgressão, acho que já tinha "jogado a toalha". :)


Paulo Ricardo Loiola Teixeira disse:
Me identifico com esta questão, trabalho com gestão do conhecimento e vejo que existem inclusive "resistências" às redes. Utilizar comunidades de prática, por exemplo, pode passar de solução à problema em instantes se o foco for dado à ferramenta e não ao processo e à sensibilização.
Hola Guará
Comparto el interés por el tema que propones. Suelo encontrarme con la necesidad de diseñar actividades que ayuden a las personas a reconocer la experiencia vital de la red y mostrar el contraste con el patrón jerárquico que suelen experimentar en los entornos predominantemente jerárquicos donde participan.

Hace un tiempo Claudio Estevan Próspero publicó el post Avatar, film 3D - Hollywood converte-se à Hipótese Gaia? y allí hizo referencia del Center for Ecoliteracy.
Gracias a este comentario accedí a la página de esta organización que está orientada a dar apoyo a las escuelas interesadas en fomentar en "toda la comunidad educativa" (no sólo en los estudiantes) el desarrollo del pensamiento sistémico: A System Perspective. Para ellos, eco alfabetizar equivale a enseñar a pensar sistémicamente, pues es el camino para comprender y promover la sustentabilidad. La forma en que encaran el trabajo pude darnos algunas pistas.

Por otro lado, veo puntos de contacto con las cuestiones que planteadas en el grupo "transición organizacional".

Gracias por la propuesta!!
Lía
Lia, o melhor de tudo é saber que mudar é possivel.
Obrigada por compartilhar suas informaçoes.
Voce vai a CIRS?
Se estiver lá, será um prazer conversar com voce.
:) Guará

Lía Goren disse:
Hola Guará
Comparto el interés por el tema que propones. Suelo encontrarme con la necesidad de diseñar actividades que ayuden a las personas a reconocer la experiencia vital de la red y mostrar el contraste con el patrón jerárquico que suelen experimentar en los entornos predominantemente jerárquicos donde participan.

Hace un tiempo Claudio Estevan Próspero publicó el post Avatar, film 3D - Hollywood converte-se à Hipótese Gaia? y allí hizo referencia del Center for Ecoliteracy.
Gracias a este comentario accedí a la página de esta organización que está orientada a dar apoyo a las escuelas interesadas en fomentar en "toda la comunidad educativa" (no sólo en los estudiantes) el desarrollo del pensamiento sistémico: A System Perspective. Para ellos, eco alfabetizar equivale a enseñar a pensar sistémicamente, pues es el camino para comprender y promover la sustentabilidad. La forma en que encaran el trabajo pude darnos algunas pistas.

Por otro lado, veo puntos de contacto con las cuestiones que planteadas en el grupo "transición organizacional".

Gracias por la propuesta!!
Lía
Hola Guará
Si, voy a estar por allí. Una alegría poder viajar.
Saludos cordiales,
Lía
Paseando por todos los temas propuestos para la desconferencia, me pareció que el tema que aquí se propone para conversar y la propusta de Clara Peláez Alvarez están my conectados.
Qizás resulte enriquecedor acercar las dos maneras de abordar el cambio de paradigma y lo conceptual que emerge de esto.
Abraço,
Lía
Oi Guará

Acredito que, de certa forma. alguns temas propostos aqui, como o da desorganização das escolas e o de como iniciar uma rede, do Algarra, se completam a seu. O mundo, pelo menos desde a chamada modernidade, sempre trabalhou em rede, mas as pessoas não se dão conta disso e acabama alimentando as hierarquias e o desejo pelo poder e por submeter o outro a seus interesses. Se é que eu compreendi o seu interesse, acho a discussão muito interessante e pertinente. Se der, estarei nela. Abraços, Guga
Eu gostarei mais ainda.
Como diria minha avó mineira, dá costura prá mais de metro!
Bjs, Guará :)

Guga Dorea disse:
Oi Guará

Acredito que, de certa forma. alguns temas propostos aqui, como o da desorganização das escolas e o de como iniciar uma rede, do Algarra, se completam a seu. O mundo, pelo menos desde a chamada modernidade, sempre trabalhou em rede, mas as pessoas não se dão conta disso e acabama alimentando as hierarquias e o desejo pelo poder e por submeter o outro a seus interesses. Se é que eu compreendi o seu interesse, acho a discussão muito interessante e pertinente. Se der, estarei nela. Abraços, Guga

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