Escola de Redes

Acho que dificilmente chegaremos a algum lugar interessante a não ser que mudemos nossa lógica de fragmentação para uma lógica sistêmica. O saber separado em caixinhas pode ter sido muito bom até agora para manter o status quo e garantir que cada um que tem determinado conhecimento amealhe recursos com ele. Assim, cada um faz um pedacinho e ficam todos felizes por que um não entra na seara do outro. Com isso perdemos completamente a capacidade de raciocinar o todo, que como já sabemos, não tem nada a ver com a soma das partes.

Minha proposta de discussão é essa abordagem multidisciplinar. Entendo que para uma compreensão mais apurada das redes e das dinâmicas que as movem seria necessário a junção de vários conhecimentos como a complexidade, a neurociência (e demais ciências cognitivas), a quântica, a filosofia e por aí vai...

 

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Respostas a este tópico

Clara,

Boa tarde! Hoje dei uma paradinha aqui (de passagem) e ao ler o texto que abre à discussão "Ciência da Redes : uma abordagem multidisciplinar (multifacetada)", acabei lembrando de uma reflexão que usei na abertura do meu Blog - Areté em 26 de setembro de 2008, que tomo a liberdade de copiar abaixo:

Construindo Redes Sociais
Hoje ocorreu-me de publicar no Twitter (http://twitter.com/raciel) a seguinte reflexão: "#redesocial Cada um vai ter a sua... E todos voltaremos ao individualismo. Seria incoerente criar a Rede Social dos Individualistas?"

Pois é, me ocorreu que com a profusão de Redes Sociais que cobrem os mais variados interesses, se cada um de nós criar a sua própria rede social, voltaremos a estaca zero e não teremos com quem dividir os nossos interesses ou veremos minguar o número de nossos leitores e associados, ou voltaremos a ficar entre quatro paredes escondidos de tudo e de todos.

Sair, encontrar pessoas, ser voluntário e construir redes sociais, para juntos participarmos da construção de catedrais e(u)m mundo mais socializado, justo e fraterno.

Por coincidência, estou lendo "A Teia da Vida", de Fritjof Capra (São Paulo : Cultrix, 2006), e o capítulo 3 trata das Teorias Sistêmicas. Já li... "Critérios do Pensamento Sistêmico", "Pensamento Processual" e "Tectologia" e estou entrando em Teoria Geral dos Sistemas.

Confesso que estou apreciando bastante e aprendendo muito. Estou vivendo uma experiência pessoal na qualidade de criador voluntário da Rede Social Arca de Noé e como você poderá ver na minha apresentação aqui na Escola de Redes, criei no NING várias outras redes sociais virtuais, as quais administro na condição de webmaster-colaborador.

Tem sido uma experiência interessante conhecer a diversidade de interesses e de opiniões e a partir desses aprendizados -, pensar (como nos ensina Capra) uma "comunidade vibrante, sustentada por uma teia de relações", (...) "cientes da interdependência de todos os seus membros", onde "a diversidade enriquecerá todas as relações e, desse modo, enriquecerá a comunidade como um todo, bem como cada um dos seus membros".

Se eu puder contribuir de alguma forma, estou a disposição.

[ ]'s,

Raciel
...
Boa reflexão, Raciel!


Raciel Gonçalves Junior disse:
Clara,

Boa tarde! Hoje dei uma paradinha aqui (de passagem) e ao ler o texto que abre à discussão "Ciência da Redes : uma abordagem multidisciplinar (multifacetada)", acabei lembrando de uma reflexão que usei na abertura do meu Blog - Areté em 26 de setembro de 2008, que tomo a liberdade de copiar abaixo:

Construindo Redes Sociais
Hoje ocorreu-me de publicar no Twitter (http://twitter.com/raciel) a seguinte reflexão: "#redesocial Cada um vai ter a sua... E todos voltaremos ao individualismo. Seria incoerente criar a Rede Social dos Individualistas?"

Pois é, me ocorreu que com a profusão de Redes Sociais que cobrem os mais variados interesses, se cada um de nós criar a sua própria rede social, voltaremos a estaca zero e não teremos com quem dividir os nossos interesses ou veremos minguar o número de nossos leitores e associados, ou voltaremos a ficar entre quatro paredes escondidos de tudo e de todos.

Sair, encontrar pessoas, ser voluntário e construir redes sociais, para juntos participarmos da construção de catedrais e(u)m mundo mais socializado, justo e fraterno.

Por coincidência, estou lendo "A Teia da Vida", de Fritjof Capra (São Paulo : Cultrix, 2006), e o capítulo 3 trata das Teorias Sistêmicas. Já li... "Critérios do Pensamento Sistêmico", "Pensamento Processual" e "Tectologia" e estou entrando em Teoria Geral dos Sistemas.

Confesso que estou apreciando bastante e aprendendo muito. Estou vivendo uma experiência pessoal na qualidade de criador voluntário da Rede Social Arca de Noé e como você poderá ver na minha apresentação aqui na Escola de Redes, criei no NING várias outras redes sociais virtuais, as quais administro na condição de webmaster-colaborador.

Tem sido uma experiência interessante conhecer a diversidade de interesses e de opiniões e a partir desses aprendizados -, pensar (como nos ensina Capra) uma "comunidade vibrante, sustentada por uma teia de relações", (...) "cientes da interdependência de todos os seus membros", onde "a diversidade enriquecerá todas as relações e, desse modo, enriquecerá a comunidade como um todo, bem como cada um dos seus membros".

Se eu puder contribuir de alguma forma, estou a disposição.

[ ]'s,

Raciel
...
Hola Clara
Acabo de hacer el siguiente comentario en relación a la propuesta de Guaraciara de Lavor Lopes.
Paseando por todos los temas propuestos para la desconferencia, me pareció que el tema que aquí se propone para conversar y la propusta de Clara Peláez Alvarez están my conectados.
Qizás resulte enriquecedor acercar las dos maneras de abordar el cambio de paradigma y lo conceptual que emerge de esto.

Podemos hacer los dos movimientos en uno, seguir avanzando en el cambio de la lógica de fragmentación a la lógica sistémica al tiempo que convesamos de como promover ese cambio para que las personas puedan ir ir reestructurando sus definiciones del mundo y puedan conceptualizar desde la perspectiva sistémica.
Abraço,
Lía
Lia, acho ótimo! Estou dentro!

Lía Goren disse:
Hola Clara
Acabo de hacer el siguiente comentario en relación a la propuesta de Guaraciara de Lavor Lopes.
Paseando por todos los temas propuestos para la desconferencia, me pareció que el tema que aquí se propone para conversar y la propusta de Clara Peláez Alvarez están my conectados.
Qizás resulte enriquecedor acercar las dos maneras de abordar el cambio de paradigma y lo conceptual que emerge de esto.

Podemos hacer los dos movimientos en uno, seguir avanzando en el cambio de la lógica de fragmentación a la lógica sistémica al tiempo que convesamos de como promover ese cambio para que las personas puedan ir ir reestructurando sus definiciones del mundo y puedan conceptualizar desde la perspectiva sistémica.
Abraço,
Lía


Seu comentário é muito pertinente. E agradeço a indicação do Capra, pois, pela ótica que vc enfatizou, servirá na minha pesquisa sobre rede social e ecossistema comunicacional.


Raciel Gonçalves Junior disse:

Clara,

Boa tarde! Hoje dei uma paradinha aqui (de passagem) e ao ler o texto que abre à discussão "Ciência da Redes : uma abordagem multidisciplinar (multifacetada)", acabei lembrando de uma reflexão que usei na abertura do meu Blog - Areté em 26 de setembro de 2008, que tomo a liberdade de copiar abaixo:

Construindo Redes Sociais
Hoje ocorreu-me de publicar no Twitter (http://twitter.com/raciel) a seguinte reflexão: "#redesocial Cada um vai ter a sua... E todos voltaremos ao individualismo. Seria incoerente criar a Rede Social dos Individualistas?"

Pois é, me ocorreu que com a profusão de Redes Sociais que cobrem os mais variados interesses, se cada um de nós criar a sua própria rede social, voltaremos a estaca zero e não teremos com quem dividir os nossos interesses ou veremos minguar o número de nossos leitores e associados, ou voltaremos a ficar entre quatro paredes escondidos de tudo e de todos.

Sair, encontrar pessoas, ser voluntário e construir redes sociais, para juntos participarmos da construção de catedrais e(u)m mundo mais socializado, justo e fraterno.

Por coincidência, estou lendo "A Teia da Vida", de Fritjof Capra (São Paulo : Cultrix, 2006), e o capítulo 3 trata das Teorias Sistêmicas. Já li... "Critérios do Pensamento Sistêmico", "Pensamento Processual" e "Tectologia" e estou entrando em Teoria Geral dos Sistemas.

Confesso que estou apreciando bastante e aprendendo muito. Estou vivendo uma experiência pessoal na qualidade de criador voluntário da Rede Social Arca de Noé e como você poderá ver na minha apresentação aqui na Escola de Redes, criei no NING várias outras redes sociais virtuais, as quais administro na condição de webmaster-colaborador.

Tem sido uma experiência interessante conhecer a diversidade de interesses e de opiniões e a partir desses aprendizados -, pensar (como nos ensina Capra) uma "comunidade vibrante, sustentada por uma teia de relações", (...) "cientes da interdependência de todos os seus membros", onde "a diversidade enriquecerá todas as relações e, desse modo, enriquecerá a comunidade como um todo, bem como cada um dos seus membros".

Se eu puder contribuir de alguma forma, estou a disposição.

[ ]'s,

Raciel
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