Escola de Redes

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A CIRS JÁ COMEÇOU

Vamos coletar aqui as sugestões de temas para o Open Space (Desconferência)

Membros: 107
Última atividade: 31 Maio, 2012

A CIRS JÁ COMEÇOU

Vamos divulgar esta novidade: a Conferência Internacional sobre Redes Sociais já começou. Faltam agora 15 dias para o início do evento mas os temas que serão propostos no Open Space (desconferência) já podem começar a ser avançados aqui. Cada pré-inscrito na CIRS que quiser propor um tema deve abrir um Fórum de discussão e explicar as suas razões.

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Veja ao final os temas que já foram propostos. Mas é bom ler antes o texto abaixo.

ENTENDENDO UMA DESCONFERÊNCIA

Veja também: IMPORTANTE => Understanding the Unconference

Transcrito do blog 1001 Gatos de Schrödinger (05/02/07)

O presente texto é uma adaptação do texto em inglês de autoria de Jonathan Follett, que se encontra neste link.

Desconferências estão ganhando popularidade na comunidade hi-tech como fóruns auto-organizados para troca de idéias, networking, aprendizado, conversação, demonstração e interação com outros geeks. O formato de uma desconferência é baseado na premissa de que seja qual for o tipo de profissão, as pessoas na audiência – não apenas aquelas selecionadas para falar no palco- têm pensamentos interessantes, insight, e habilidades para compartilhar. Todos que presenciam uma desconferência as quais são realizadas por organizações como BarCamp ou BrainJams,são requeridas a participar de alguma forma: se apresentar,de falar em um painel,de mostrar uma projeção,ou apenas fazer um monte de perguntas. Como um evento, o caráter da desconferência fica em algum lugar entre aquele de um bazar e aquele de um salon intelectual. Ou seja é, para apropriar da frase, um livre “mercado de ideias”.Não há temas ou direções para guiá-lo,como em uma típica conferência, o evento é centrado naquilo que pode ser chamado de grupo de discussão. A natureza ad hoc e o baixo custo do fórum fazem da desconferência acessível para muitos.

Estruturas Criativas:A Desconferência, Open Space e Jam Session

Desconferências podem não possuir uma agenda definida, mas elas continuam possuindo uma estrutura definida que provê atender uma série de ferramentas para o andamento do evento. Os princípios que guiam uma desconferência são diretamente influenciados pelo trabalho do autor e consultor Harrison Owen, que descreve um método de organizar grupos de interação, chamado Open Space Technology. Owen em seu artigo “Opening Space for Emerging Order”, explica os Quatro Princípios do Open Space:

1. Seja quem for que veio,é a pessoa certa;
2. O que quer que aconteça, é apenas aquilo que deveria ter acontecido;
3. Quando quer que comece é na hora certa;
4. Quando acaba, acabou. E acompanhando a Lei dos Dois Pés afirmando que, “Se a qualquer momento você encontra-se em qualquer situação onde você não estiver nem aprendendo ou contribuindo use seus dois pés e dirija-se para um lugar mais ao seu gosto”.

O método Open Space foi utilizado com sucesso para organizar os encontros da Fortune, de 500 executivos,cientistas, e mesmo políticos rivais na África do Sul.

Por requererem infra-estrutura e organização de uma indústria madura, desconferências podem acontecer mais frequentemente. Porque seu custo deve ser mínimo (ou não-existente), qualquer um que deseje pode ir. E por que todos em uma desconferência participam de alguma forma,interagindo, networking, e um troca de ideias é realizada.

Quando a filosofia ad hoc ((A expressão latina ad hoc significa literalmente para isto, por exemplo, um instrumento ad hoc é uma ferramenta elaborada especificamente para uma determinada ocasião ou situação. Num senso amplo, poder-se-ia traduzir ad hoc como específico ou especificamente. O outro significado refere-se à “redes de computadores Ad hoc”,sendo uma expressão que também pode expressar sem cabeça. Em telecomunicações, o termo é empregado para designar o tipo de rede que não possui um nó ou terminal especial para o qual todas as comunicações convergem e que as encaminha para os respectivos destinos (este terminal é geralmente designado por ponto de acesso). Desta forma, uma Rede de computadores Ad-Hoc é aquela na qual todos os terminais funcionam como roteadores, encaminhando de forma comunitária as comunicações advindas de seus terminais vizinhos. Fonte: Wikipédia)) do Open Space pode ser vista como uma estranha forma de realizar encontros,se examinarmos outras áreas de prática criativa,os fóruns auto-organizados emergem como um método mais comum de interação do que imaginamos de primeira. O encontro Opens Space e a desconferência possuem fortes similaridades com os encontros bem estabelecidos no mundo da música: em particular,a jam session no jazz e rock. Durante uma jam session, músicos trazem conhecimentos de modelos particulares- os quais provem com o sistema em um tempo musical,tom,e assim por diante. Estes modelos e as regras de tocá-los lançam a expectativa de como os participantes irão interagir uns com os outros. Uma jam session pode incluir horas de improvisação e solos- requerem que os participantes ouçam atentamente uns aos outros para reagir apropriadamente da experiência global resta uma boa estruturação. As regras da jam session incluem uma similar ao da Lei dos Dois Pés: Se você não está contribuindo com o som,você deveria deixar os outros participantes explorarem o espaço musical.

BarCamp Boston

Para dar uma idéia de como é,na realidade, o funcionamento de uma desconferência, aqui está um breve relato do recente BarCamp Boston ocorrido em junho de 2006.

Antes do evento, a desconferência BarCamp Boston foi organizada online através de um wiki, onde os interessados podiam se inscrever,contar um pouco sobre eles mesmos,e lançar ideias para sessões. Com a data da desconferência se aproximando, as inscrições na página wiki aumentaram – a contagem final foi de mais que 150 pessoas. O wiki foi extremamente útil,já que ele proveu um senso de comunidade e interação,em adição a informações úteis,antes do evento começar. Os participantes coordenarem como ir ao local,e mesmo locais para ficar se eles não estivessem planejando fazer camping no local da desconferência.

O eixo desta desconferência-o lugar onde as pessoas tomariam decisões sobre os tipos de sessões que realizariam e participariam-foi uma grande cafeteria nos escritórios da Monster Worldwide. O BarCamp Boston abriu com um tempo de comes-e-bebes, onde os BarCampers poderiam alistar-se,se misturar e tomar café.A s pessoas usaram este tempo para testar as águas e descobrir o background dos outros participantes. A atmosfera era colegial e amistosa: Todos pareciam genuinamente interessados em aprender sobre os projetos das outras pessoas e propor sessões. Presentes no evento estavam designers e desenvolvedores de todo tipo, para não mencionar blogueiros, podcaters, capitalistas de risco,administradores de projetos,recrutadores, e muitos empreendedores. Havia todo tipo de idades e níveis de experiência,de crianças recém saídas da faculdade até gurus da computação de cabelos brancos.

O tempo do café foi um excelente aquecimento para o próximo evento – o começo do BarCamp – durante o qual os participantes passaram o microfone pela sala,apresentando-se, e dando breves sinopses de suas conversas propostas. Esta interação de fogo rápido no grupo permitiu aos participantes encontrarem pessoas parecidas e fazer futuras conexões. Enquanto as pessoas se apresentavam nos microfones, outros participantes estavam colocando os títulos de suas apresentações e a descrição geral de seus tópicos – em grandes e brilhantes papéis colantes amarelos – em um grande painel bege. Os participantes escolhiam as localizações (sala grande ou pequena), duração (normalmente meia hora),e formatos (painel,discussão,demo) para suas conversas. Para manifestar interesse em uma sessão particular, outros BarCampers forma encorajados a fazer uma marca nos papéis colantes que eles planejavam participar. Uma multidão de pessoas juntou-se ao redor do painel,escrevendo freneticamente em laptops, PDAs, e mesmo em cadernos de papel os nomes das conversas que queriam participar. Como as sessões solidificaram-se e o horário global tornou-se claro, um voluntário de grande ajuda postou a ordem dos eventos e suas localizações no wiki do BarCamp Boston.Enquanto esta atividade tomou menos que quarenta minutos,isto deixou todos os presentes pegarem o sentimento global do grupo,os tópicos quais outras pessoas estavam interessados,e uma agenda para o dia.

Tópicos de sessão no BarCamp Boston incluíram: Startup 2.0: O Novo Panorama,Podcasting 101,Open Document Format,User Interface Workshop,e várias demonstrações de softwares beta e pré-beta e de projetos de web. Uma das mais úteis sessões que participei foi um grupo de discussão de recomendadas “cool tools” para o mapeamento dos restaurantes da área-local de Boston utilizando software GPS.Sobre metade das pessoas na sala apresentar suas cool tools favoritas e explicar seus benefícios,algumas vezes conectando seus laptops no projetor da sala e dirigir a audiência para recursos on-line. Um grupo de facilitadores ajudou a organizar a sessão,enviando participantes para a frente da sala quando era sua vez de falarem,e movendo a discussão a frente quando ela ia diminuindo o ritmo.

Dificuldades com o Formato da Desconferência

O maior desafio para desconferências pode estar em fixar expectativas para os participantes. Até você atendê-la,será difícil apreciar a natureza imprevisível do evento. O tipo de direção administrativa pode ser um choque se você estiver tentando participar de uma conferência mais tradicional,e pode deixar de lado algo. E,é claro,assim que tudo é posto junto para funcionar,há uma grande chance de ser difícil encontra as sessões certas. Sem um tema para guiar os acontecimentos do dia,o sentimento global pode ser caótico.

A desconferência pode também mal educada e tosca, porque os participantes falam sobre tópicos que eles são apaixonados, nos quais eles não são necessariamente especialistas. Além da fluidez,e o desafio de encontrar seu lugar,é parte da diversão. Quando você tiver um momento livre,você pode andar com os outros,e perguntar-lhes quais novas idéias eles estão apaixonados,quais projetos estão trabalhando,ou como eles conseguiriam resolver um problema particular.

Uma Nova Forma de Organização Social

Em seu livro “The Rise of the Creative Class”, o sociologista Richard Florida descreve a evolução de ocupações como designers, programadores, e cientistas que dirigem a economia. De acordo com Florida, a Classe Criativa não é apenas a catalisadora da atividade econômica na era da informação, como está atualmente transformando a forma como nossa sociedade é organizada. A natureza do trabalho está mudando: ocupações Criativas requerem longas horas, mas funciona essencialmente com horários flexíveis e mobilidade maior. Isto significa que nos requeremos e demandamos um diferente conjunto de sistemas de suporte e atividades de nossa comunidade. Organizações-cabeça poderosas como as igrejas e clubes da comunidade têm tradicionalmente definido nossas interações sociais. Estas cabeças, neste momento, estão rolando. Nossos relacionamentos mais leves (colegas e conhecidos) deve ser uma forma mais efetiva de interação.

A desconferência parece ser obviamente um passo óbvio nesta direção. Por requererem infra-estrutura e organização de uma indústria madura, desconferências podem acontecer mais frequentemente. Porque seu custo deve ser mínimo (ou não-existente), qualquer um que deseje pode ir. E por que todos em uma desconferência participam de alguma forma, interagindo, networking, e uma troca de ideias é realizada. É possível então que, as desconferências não sejam a única alternativa para a reunião de profissionais tradicionais, mas também um método para trabalhadores criativos hi-tech em construir um novo tipo emergente de comunidade.

Como o movimento cresce em popularidade na Classe Criativa, algumas dessas reuniões irão naturalmente gravitar em direção a resultados sociais.Assim como juntam-se aos Kiwanis International ou o Lions Club, as pessoas podem tornar as desconferências sistemas para prover um fórum para discussão aberta e colaboração voltada para resolver problemas complexos.Evidências destas tendências podem atualmente serem vistas em outros eventos influenciados pelo BarCamp: WineCamp, o qual agrega juntos geeks e organizações não governamentais objetivando prover melhores ferramentas tecnológicas open source para nossos dias.

Fórum de discussão

Ciência das Redes: uma abordagem multidisciplinar (multifacetada) 5 respostas 

Iniciado por Clara Pelaez Alvarez. Última resposta de Andrielle de Aquino Marques 31 Maio, 2012.

A open education enquanto um sistema autossustentado, cooperativo, aberto e gratuito de construção de aprendizagem 2 respostas 

Iniciado por Heródoto F. Bento-DeMello. Última resposta de Paulo Vargas de Oliveira Jr 14 Jun, 2010.

A desistência como ativismo 16 respostas 

Iniciado por Marcelo Estraviz. Última resposta de Marcelo Estraviz 8 Abr, 2010.

Redes Sociais + Escola: a sociedade da informação como uma sociedade da aprendizagem 11 respostas 

Iniciado por Denise Vilardo. Última resposta de Denise Vilardo 10 Mar, 2010.

Redes Sociais - Democracia Direta/eletrônica e o Controle Social 16 respostas 

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As redes sociais na era de sua reprodutibilidade técnica

Iniciado por Fábio Bito Teles 4 Fev, 2010.

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Comentário de Augusto de Franco em 6 março 2010 às 10:21
Vejam que na programação abaixo o Simpósio da Escola-de-Redes (o núcleo da #CIRS) começa às 17 horas do dia 11 e vai até quando acabar (imagino que até a noite do dia 13). Tem algumas paradinhas no meio e até um balanço intermediário, mas a agenda (a pauta e o horário) de cada um dos 17 temas será organizada pelos interessados (auto-organizada, hehe). Podemos nos preparar para a maratona, que promete continuar depois do expediente, nos bares de Curitiba ou nos hoteis...
Comentário de Augusto de Franco em 6 março 2010 às 10:17
A programação da #CIRS está assim neste momento:

PROGRAMAÇÃO

Primeiro dia 11/03/10

08-11 | Minicurso 1: Introdução ao Netweaving
Augusto de Franco

13-15 | The power of organizing without organization
Clay Shirky

15-17 | Sistemas Sócio-Educativos: Comunidades de Aprendizagem em Rede (Arranjos Educativos Locais)
Augusto de Franco, José Pacheco, Luis Fernando Gugenbberger, José Fares (Sesi)

17-19 | Início do Simpósio da Escola-de-Redes (Open Space)
01 - A desistência como ativismo
02 - A transição da organização hierárquica para a organização em rede (A Segunda Queda do Muro)
03 - As redes sociais na era de sua reprodutibilidade técnica
04 - Ciência das redes: uma abordagem multidisciplinar
05 - Como organizar um encontro presencial de rede no formato Open Space
06- Creación digital, un espacio para la cultura compartida
07 - Desafios para criação de uma rede de Lan Houses
08 - Diálogo interno: primeiro passo para a criação de uma rede social
09 - Dificuldade de percepção em redes
10 - Garimpos bibliográficos
11 - Negócios em rede
12 - Papeis sociais, competências e governança nas redes sociais focadas em resultados
13 - Plataformas virtuais
14 - Procura-se parceiros para novo negócio em rede
15 - Redes Sociais + Escola: a sociedade da informação como uma sociedade da aprendizagem
16 - Redes Sociais, democracia direta/eletrônica e controle social
17 – Webcidadania

Segundo dia 12/03/10

08-11 | Minicurso 2 | Introdução à Análise de Redes Sociais
Clara Pelaez Alvarez

13-15 | Redes sociais e emergência
Steven Johnson

17-19 | Primeiro balanço geral do Simpósio da Escola-de-Redes (Open Space)

Terceiro dia 13/03/10

13-15 | O futuro da investigação sobre redes sociais
Pierre Levy
Comentário de Augusto de Franco em 16 fevereiro 2010 às 5:00
Seu nome nunca sumiu da lista dos pré-inscritos, nem dos inscritos confirmados, Sisi. Sempre esteve lá.
Comentário de Sisi em 15 fevereiro 2010 às 13:42
Minha inscrição não está confirmada nem pendente, SUMIU meu nome da lista.
Comentário de Clara Pelaez Alvarez em 31 janeiro 2010 às 16:42
Pois é Vera, é um tema que dá margem a muitas interpretações! Aliás, o que não pode ser multi-interpretado? Na minha percepção o nosso único problema é a forma como interpretamos o mundo. Isso tem a ver com lógica. Pensamos, normalmente, que existe um mundo lá fora independente de nós mesmos, mas estão aí a neurociência e a quântica que dizem que a realidade é desenhada/defnida pelo observador... Isso muda o jogo! Enfim, é um tema (na minha visão, obviamente!) fundamental se quisermos entender algo do que é estar vivo numa sociedade que, de repente, se percebe em rede.
Comentário de Vera Maria dos Santos Moreira em 31 janeiro 2010 às 15:03
Bem Clara, eu nunca consegui mesmo entender coisa alguma fragmentada ou fragmentando. Tem que haver um "fechamento", uma "totalidade" que faça sentido e nem precisa ter todas as partes. É que nem aquele jogo de forca, você tem algumas letras e de repente vê a palavra inteira. Assim, acabei fazendo leitura dinâmica desde criança, o que é útil para a maioria dos livros. Não tenho certeza que todas as pessoas apreendam o mundo de forma sistêmica, talvez uma parte faça o contrário ou talvez dependa da maneira como fomos educados , sei lá. Mas a lógica sistêmica nos permite apreender coisas que não são aparentes como as conexões acausais e a sincronicidade. Não é uma coisa simplesmente racional. Talvez o ideal fosse fazer as duas coisas, análise-síntese-análise... na velha fórmula alquímica solve-coagula.
Bjk
Vera
 

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