Escola de Redes

webcidadania = cidadania@web

Nossa desconferência trará perguntas como:

- O que é webcidadania?
- Qual é o fluxo ideal e o papel de cada iniciativa apara uma experiència completa de webcidadania?
- Como a web pode ajudar a construir o país em que queremos viver?
- Mudar nossa herança cultural que nos faz pensar que o país, o estado, a cidade, o
bairro são de outro alguém?
- Mudar essa postura passiva que espera que alguém resolva os nossos problemas?

Já fazem parte do #webcidadania:
- Cidade Democrática - www.cidadedemocratica.org.br
- Movimento Voto Consciente - http://votoconsciente.ning.com
- Vote na Web - www.votenaweb.com.br
- Adote um Vereador - http://vereadores.wikia.com/
- Partido Pirata
- SACSP - http://sacsp.mamulti.com
- Urbanias - urbanias.com

Na desconferência falaremos sobre os nossos trabalhos e conversaremos sobre como conectar todos esses parceiros e muitos mais em plataformas com formato colaborativo como www.webcidadania.org.br

Até lá!

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O pessoal da Rede Cim também estará presente nessa desconferência. Inclusive para contar da atual experiência que estamos tendo com a articulação de players envolvidos com a recosntrução da cidade de Paraitinga.
#webcidadania é comunicação na web para mobilização e transformações reais!
Bandeira, boa noite!

Sugestivo seu nome do meio, Bandeira, faz juz a causa que vossa bandeira hasteia, parabéns.

Jovem Bandeira, estou de acordo com suas considerações sobre indivíduos desprovidos de uma identidade ínfima que seja de pertencimento à sua origem. De fato há uma construção ideológica em relação ao sentimento de patriotismo ou de nacionalidade no que diz respeito ao Bairro, Estado, Município e ao País dissimulado no construto sociocultural, socioeducativo e socioeconômico de um povo.

Com vossa permissão posto mais uma consideração.

Refletir sobre a identidade, o papel social e individual dos indivíduos em relação com o Bairro, a cidade, o Estado e o País em tempos neocapitalismo consolidado com os paradigmas da junção entre Ciência e Tecnologia, requer releituras sobre a atuação do mercado econômico, das instituições que geram empregabilidade e serviços dentro e fora das esferas sociais e em especial da Escola.

A função deliberativa do sistema capitalismo em sua objetivação monetária impõe valores de caráter duvidosos, encontrapartida causa um bem-estar na subjetividade do ser humano. Não isento os setores Públicos e as organizações financeiras de serem corresponsáveis pelo desenvolvimento do País, do Estado, das cidades e de seus respectivos bairros, bem como a sociedade como um todo.

É perceptível que os atores sociais nativos ou residentes em bairros, cidades, Estados e Países periféricos, por uma questão cultural e ideologicamente política, se sentem estranhos no ninho e se encontram presos às necessidades básicas de uma dignidade de vida aparente. Logo teremos enquanto resultante indivíduos que se sujeitam aos dogmas político-econômicos que por séculos suplantam e dissimulam uma condição de vida execrável.

Caro Bandeira, visualizo a complexidade de se pensar uma Educação Tecnológica diante as mazelas da Educação Convencional, posto que há díspares gerações envoltas à problemática do Cidadão Digital, não estou tentando ser pessimista, longe de mim tal conduta, apenas aponto minha preocupação com os processos que podem ter como resultante Cidadãos Semi-digitais e amplamente iletrados, além de medíocres em relação a gênese de sua própria identidade e dos processos transformatórios são naturais à mutabilidade do ser humano. Digo isso por constatar na realidade uma incongruência do Ensino de História em relação à realidade do indivíduo, do sujeito e da pessoa. Ainda há pelo menos nas Redes Públicas de Ensino, o Ensino de História voltado para um estudo meramente demonstrativo e de arquivamento para uma avaliação de conclusão de curso ou vestibular.

Há uma ausência de sinergia para com o ser que foi, o ser que é e o ser vir a ser em relação à historicidade de sua formação humana e de sua própria história social, acredito que é preciso reler o conceito de desenvolvimento humano na literatura das Ciências da Psicologia e da Psicanálise, bem como compreender “materialismo histórico e dialético” de Karl Marx e das concepções contemporâneas de José Pacheco e de Boaventura Souza Santos e a filosofia de Paulo Freire aplicada por Tião Rocha.

Abraços fraternos,

Wellington Bernardino
Olá, pessoal! Compartilho aqui o link da matéria em que alguns dos projetos de webcidadania mostram a que vieram e começam a esquentar o encontro na CIRS.

Leia matéria do caderno “Link” do Estadão: http://cot.ag/93BX4U
Acesse os sites:
www.cidadedemocratica.org.br
votoconsciente.ning.com
sacsp.mamulti.com
votenaweb.com.br
www.urbanias.com.br
www.webcidadania.org.br

Abraços do Rodrigo
FOTOS DA CIRS - QUINTA FEIRA - OPEN SPACE - créditos para João Paulo Brandão Barboza








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