Escola de Redes

Como tirar o melhor da inteligência coletiva? O poder das multidões.

Gostaria de discutir com vocês alguns cases, idéias, possibilidades, de trabalhar crowdsourcing, principalmente no contexto organizacional.
Como você acha que a inteligência coletiva pode mudar o mindset dos modelos de negócio atuais?

O que você acha do papel do "ditator benevolente", será que a rede sempre precisa de um orientador?

Quais são as principais barreiras hoje? e como podemos superá-las?

Retirei um pedacinho do livro O poder das multidões.

10 regras do Crowdsourcing

1. Escolha o modelo certo
2. Escolha a multidão certa
3. Ofereça os incentivos certos
4. Deixe as cartas de demissão na gaveta
5. A burrice das multidões ou o princípio do ditador benevolente
A maioria dos esforços bem-sucedidos de crowdsourcing consiste em produtos de uma colaboração robusta entre multidão e as pessoas que orientam, chamadas “ditadores benevolentes” em projetos de software de código aberto.
6. Mantenha a simplicidade e divida as tarefas
7. Lembre-se da Lei de Sturgeon (diz que 90% de tudo é lixo)
8. Lembre-se dos 10%, o antídoto contra a Lei de Sturgeon
Se há alguma mágica no crowdsourcing, ela está na capacidade que a multidão tem de corrigir sua tendência de inundar as redes com uma profusão de material de baixa qualidade. Em outras palavras, se vc receber uma tonelada de coisas, não perca tempo tentando fazer triagem sozinho. Tome uma atitude prática e democrática, permitindo que a multidão garimpe a fim de encontrar os diamantes melhores e mais brilhantes.
9. A comunidade sempre está certa
10. Não pergunte o que a multidão pode fazer por você, mas sim o que vc pode fazer pela multidão.

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Algo más
No siento que haya arrogancia, es algo duro para con vosotros. Hay mucha generosidad más que arrogancia en esta escola. Si no me fui corriendo de aquí es porque también gran parte de lo que se comparte es muy accesible y valioso.
Quizás, ser inclusivo y también democráticos implica hacer lugar para todos, y que quienes son más expertos en un tema pudean compartir en sus propios términos con comodidad, y para los que tenemos una duda darnos el espacio para preguntar o buscar en otros espacios de la web.
Espero que mi comentario llegue a servir, más que nada, como soporte "emocional" destinado a quienes se sienten intimidados y así se animen a nadar en las aguas de esta red y también de la incertidumbre, jaja.
Yo escribo en castellano y me alegro de que otros hagan el esfuerzo por comprenderme en mi propio idioma. Cada uno hace su parte ¿no es así?
Cariños
Querida Lia
Usando nuestro dialecto de internautas, como hace falta habermos aqui favorites y tags...
Entendeste el subtexto? :-)
Hehe, Sérgio. Por que será que a E=R não é 2.0?
¡Qué vergüenza, Sergio!! No entiendo el subtexto. Aunque parece que Augusto si te entendió, jaja.
Cariños,
Lía
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.

Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.
Isso eu entendi Sergio. Mas dizia que a E=R não é 2.0 (não a plataforma Ning que utilizamos, que é meio 2.0 com várias limitações que você aponta e muitas outras). No entanto, dizer que a E=R não é 2.0 (a rede, não a plataforma) não é uma limitação e sim uma vantagem. Neste particular coincido com a crítica que David de Ugarte faz à Web 2.0 e que está no seu livro que publiquei no Brasil: O poder das redes. Abraços.

Sergio Storch disse:
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.

Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.
Gracias por la aclaración y en perfecto español !! Lo que yo hago cuando quiero guardar una información de E=R es copiar y pegar en word y lo archivo así, un tanto arcaico quizás pero igualmente útil todavía. Pero mejor no tener favoritos, para evitar jerarquías, jaja (no terminaremos nunca todavía con este tema....)
Cariños

Sergio Storch disse:
No, Lia. Tampoco Augusto lo entendió.
Quiso decir que si hubiera la herramienta de "favoritos", yo la tendria usado para marcar tu post, por la importancia diferencial que tuvo para mí. No la habiendo, no puedo coleccionar de forma personalizada mis posts favoritos, ni siquier recordar los que me impresionáran. Es un límite para la memoria que podríamos tener via la herramienta.

Augusto, a E=R é evidentemente 2.0, mas limitada pela ferramenta. Realmente não entendo por que o Ning não tem favorites e tags. É uma deficiência séria para a E=R, onde temos uma qtde tao grande de conteúdos que dificilmente voltamos a encontrar o que já nos pareceu importante anteriormente.
Aliás, suponho que deva existir algum plugin para indexação via Delicious.
Gosto muito do ning, mas essas coisas me deixam bem frustrado.
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF
Foi também publicado no Brasil, caro Pedro. Mas não achei muito interessante. Abraços.

Pedro Ferrão disse:
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF
Olá, Paulo

Valeu por resgatar a pergunta inicial!
Não li o livro q vc sugeriu, poderia citar alguns cases do livro? talvez seja o gancho para estudar o crowdsourcing no contexto proposto inicialmente.

E aqui no Brasil? alguém tem notícias de algum case bacana de crowdsorcing?

Abs
Paty

Pedro Ferrão disse:
Há um outro livro sobre o tema, alias prefaciado pelo Don Tapscott, autor já referido aqui do 'Wikinomics':
O original tem um site: http://www.wearesmarter.org/
Existe tradução portuguesa em Portugal (ver ficha nesta livraria)
Penso que o mérito do livro (cerca de 170 pág.) é conter muitos exemplos e casos reais que ajudam a motivar para a abordagem do 'crowdsourcing', e a sensibilização dos decisores nas organizações pode ser um factor crítico importante. Pena que não tenha muitas casos de insucesso de forma a compreender as dificuldades.
Quanto à polémica que aqui se abriu, sublinho que a Patricia pediu para discutir "principalmente no contexto organizacional".
Saudações,
PF

Este tema é muito interessante e, recentemente, li sobre "Batalha de Conceitos":

 

A Batalha de Conceitos (Battle of Concepts) é uma metodologia de inovação na qual uma empresa propõe uma batalha (questão ou desafio a ser resolvido0 que é publicada no sitewww.battleofconcepts.com.br e os participantes enviam os conceitos (ideias e soluções) que são analisados de forma anônima.

Os melhores conceitos são rankeados e os participantes recebem prêmios em dinheiro que será dividido de acordo com o ranking. Mais importante do que o dinheiro é a oportunidade de se destacar profissionalmente para grandes empresas. É uma nova forma de contratação, pois ao invés de apenas analisar currículos que não permitem identificar as ideias e formas de pensar dos candidatos, as empresas criam um “banco de batalhas” com uma diversidade de jovens talentos incrível.

Me parece uma aplicação do conceito de Crowdsourcing para empresas.

No meu blog, postei um vídeo e uma entrevista na CBN

http://blog.konfide.com.br/profissional-web/batalha-de-conceitos-ge...

Abraços,

Marcio Okabe

@marciokonfide

Olá gente, ainda que sou espanhol vou tentar escrever português. Se não da, me falam, porque e melhor um bom espanhol que um português quebrado :-)

 

Acho todos os libros citados interessante. Todos. Todos eles aportam fatos que são muito interessantes. Podemos não concordar com as teses mantidas nos livros, mas isso não faz os livros maus. Um livro mau e um livro que só aporta suas teses sem aportar fatos ou dados para apoiar elas (odeio o "achismo" e adoro experiências).

 

Bom, sou pesquisador colaborador com o NEXT-ICICT-FIOCRUZ. Estamos pesquisando sobre colaboração mediada pela Internet, náo só redes sociais mas também comunidades virtuais e outros aplicativos.

 

O resumo de nossa tese: Conhecemos os protocolos para que as maquinas "colaborem" na Internet, se comuniquem, intercambiem dados e até acumulem sua potência de calculo... Mas temos pesquisado muito pouco sobre os protocolos para conectar pessoas.  Você tem 5 pessoas, como elas podem colaborar na Internt? Agora você tem 50, da para fazer do mesmo jeito? E se ser 500? Segundo os objetivos, sabemos como promover a colaboração?

O conceito que utilizamos para referir-nos aos protocolos de colaboração de pessoas na Internet é "multribuição". Se pesquisar em Google encontrara muita da nossa pesquisa.

 

Este forum é um exemplo de colaboração. Poderia ser um wiki, o um documento colaborativo, ou um blog com um post e nossos comentários. Será que o forum é o melhor para o que nos propomos? 

 

Fiocruz tem milhares de pesquisadores, e nos temos a convicção de que muita da sua "potência" de pensamento não é aproveitada... Todos eles conhecem quase todas as ferramentas para comunicar e colaborar na Internet, más ninguem pode falar para eles: "bom, me fale o seu objetivo, o número de pesquisadores e outras circunstâncias,  e eu falo o método certo para desenvolver o máximo do seu equipe" 

 

(Esta é minha primeira intervenção, espero não ter puxado muito para o meu lado).

 

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