Escola de Redes

CONSOLIDADO DE TODOS OS TEXTOS DA BIBLI.E=R

BIBLIOTECA E=R (WORD 4SHARED) | BIBLIOTECA E=R (PDF 4SHARED)

BIBLIOTECA E=R (WORD MEDIAFIRE) | BIBIOTECA E=R (PDF MEDIAFIRE)

BIBLIOTECA E=R (WORD MULTIUPLOAD) | BIBLIOTECA E=R (PDF MULTIUPLOAD)

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O acervo da E=R, com cerca de 830 textos para download da BIBLI.E=R está ameaçado. Esses livros e artigos foram reunidos pacientemente durante 3 anos, por vários conectados e conectadas à Escola-de-Redes e hoje talvez seja a maior biblioteca virtual de publicações científicas sobre redes sociais e temas correlatos. Eles foram pendurados no site http://4shared.com porque a o aplicativo do Ning, em 2009, era muito lento e não funcionava corretamente.

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Vejam a mensagem que recebi ontem da Equipe de Suporte do 4shared support@4shared.com e a minha resposta. De qualquer modo, estamos com um sério problema. Pois, pelo que percebi, basta uma pessoa qualquer - um desses tarados por copyright que fazem do aprisionamento do conhecimento o seu meio de vida e fonte de lucro entre com uma reclamação - para o 4Shared interpretar como "abuse" e bloquear a conta. Ou seja, não temos a menor garantia.

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MENSAGEM DO 4SHARED (00h08 DE 05/01/12)

Olá
Recebemos uma reclamação de que você está violando os Termos de Uso da 4shared. Foram detectados em sua conta arquivos explícitos ou ilícitos. Esses arquivos foram marcados como abusivos e movidos para a pasta 'Abuso' em sua conta, e o acesso a esses arquivos foi desativado.
Ao utilizar o serviço 4shared, é proibido fazer o seguinte: 1. publicar, distribuir ou de qualquer outra forma disponibilizar ou transmitir, nenhum dado, mensagem, texo, arquivo, ou qualquer outro material que infrinja qualquer direito autoral de terceiros e/ou qualquer lei, norma ou regulamentação, nacional ou internacional, incluindo, mas não limitada à: 
a. direitos autorais, marca registrada, patentes, outros direitos de propriedade; 
b. direito a privacidade ou publicidade; 
c. todas as obrigações de confidencialidade. 
2. Publicar, distribuir ou disponibilizar de outra forma qualquer um software ou outros arquivos que contenham vírus ou outros componente danoso. 
3. Publicar, distribuir ou disponibilizar de outra forma qualquer material pornográfico ou ilegal.
4. Publicar ou transmitir qualquer conteúdo ilegal, doloso, ameaçador, abusivo, de assédio, difamatório, ou ofensivo, difamatório, ou de conteúdo étnico derrogatório ou racial, ou qualquer conteúdo que expresse ódio contra qualquer pessoa ou grupos de pessoas devido à raça, credo, religião, cor, origem ou orientação sexual.
Atenção!
Este é o ultimo email de notificação relacionado à sua atividade ilícita no 4shared.com.
Quaisquer outras atitudes de violação de sua parte determinarão o bloqueio definitivo de sua conta.
Facilite a sua presença no 4shared e faça jus a ela – não viole os Termos de Uso do 4shared!
Saudações cordiais, 
Equipe de Suporte do 4shared 
support@4shared.com

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MINHA RESPOSTA (07h08 DE 05/01/12)

Para Equipe de Suporte do 4shared:

Pelo que vi a alegada violação se deveu à publicação dos seguintes textos:

Wikinomics de Tapscott_Williams postado em 2009-09-30
Maturana Entrevista para Humanitates em 2010-05-22
Achei estes textos na Web, já estavam publicados. Não digitalizei.
Tenho centenas de textos no 4Shared na mesma condição. Eles são materiais didáticos, sem fins lucrativos, usados pela Escola-de-Redes (http://escoladeredes.ning.com/).
A Escola-de-Redes é uma rede social de pesquisa, que utiliza uma plataforma Ning. Nada do que é feito lá tem fins comerciais.
Se amanhã surgir uma pessoa fazendo uma reclamação qualquer e vocês interpretarem como violação dos Termos de Uso, então todo o acervo da Escola-de-Redes se perderá?
Vocês estão entendendo, que em pleno século 21 não se pode tratar mais assim a questão da propriedade intelectual e do copyright?
Como uma pessoa pode saber se um texto encontrado na Web é lícito ou ilícito?
Sei que vocês estão pensando em se resguardar de processos, mas, neste caso, o aconselhável seria mudar de negócio. É óbvio que numa site desse tipo (4Shared) aparecerão muitos textos que não foram autorizados pelos que detêm os direitos patrimoniais sobre antigas edições em papel. E o Creative Commons, como é que fica?
Pensem nisso.
E não escrevam mensagens como a que enviaram abaixo [aqui acima], pois elas são ofensivas a pessoas que não violaram lei alguma e estão trabalhando pro bono para o progresso da ciência.
Por outro lado, vocês também não podem avaliar corretamente quais são as consequências desse ato de bloqueio, se a ameça for concretizada. Vocês não sabem como a repercussão disso se propagará pela rede. Na balança custo-benefício talvez saia mais caro para vocês fazer isso.
Analisar caso a caso as situações - e não ter uma regra geral, sempre burra - é a melhor política.
No caso concreto, os textos de Tapscott-Williams estão espalhados pela Internet. E a entrevista de Maturana para Humanitates não é um produto tipicamente comercial. Creio que Maturana, que conheço, nada recebeu por essa entrevista e também creio que ele concordaria com minha avaliação.
Atenciosamente,
Augusto de Franco
Criador da Escola-de-Redes
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Bem... pelo visto isso não terá um bom desfecho, pelos motivos que já apontei acima. Então temos que pensar rapidamente o que vamos fazer. Tenho backup dos arquivos. Eles estão espalhados em três máquinas diferentes. Fazer o upload de todos eles em outro lugar (qual?) ou usar o próprio Ning e depois relinkar tudo é um trabalho imenso, que gastará meses se apenas uma pessoa ficar dedicada a isso. O que vocês sugerem?
Talvez a melhor saída, tendo um lugar alternativo ou usando o próprio Ning é dividirmos entre nós o trabalho. Enquanto o 4Shared não for bloqueado, podemos fazer o download dos textos, pendurá-los nesse(s) lugar(es) e republicar - usando as mesmas normas adotadas pela BIBLI.E=R, que são muito simples - no grupo BIBLIOTECA E=R.
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Mas se fizermos isso de modo distribuído, o trabalho será rápido. E nem importa muito as inevitáveis repetições.
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Aliás, talvez a melhor solução seja esta mesmo: distribuir tudo e não coordenar nada. Cada um escolhe os textos que quer baixar do 4Shared e, em seguida, faz o upload em algum lugar que encontrar.
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(Continua abaixo no campo dos comentários)

Vejam as novas páginas, organizadas pela inicial do sobrenome dos autores. Os textos ainda estão no 4Shared. Trata-se de fazer o download, pendurá-los (upload) em outro lugar e publicá-los novamente (com o novo link) no campo dos comentários: Novas Páginas


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Respostas a este tópico

Pessoal, URGENTE:

O MegaUpload foi DESATIVADO e seus funcionários indiciados por PIRATARIA!

Começou a "caça às bruxas"!!!

https://plus.google.com/105727132127821749217/posts/QmYSXAayvdq

Aproveitando: Lembram do PogoPlug4?

Eu vou receber entre 2 e 4 unidades NO BRASIL, por R$500 cada, completos e novos.

O prazo estimado para a entrega é 18/02 (mas podem haver alterações)

O meu já está chegando, e assim que chegar, será colocado à disposição da E=R!

Quem quiser maiores informações, me mande um email: renatosiqueira@gmail.com

(O anúncio está sendo feito com a permissão do Prof. Augusto, ok?)

ATENÇÃO PESSOAL! ESTAMOS LONGE DE ESTAR SEGUROS, MESMO QUE NOSSA BIBLI.E=R ESTEJA AGORA EM 13 SERVIDORES DIFERENTES. Vejam a alarmante notícia abaixo:

Feds shut down file-sharing website Megaupload.com

Published January 19, 2012

Associated Press

Federal prosecutors in Virginia have shut down one of the world's largest file-sharing sites, Megaupload.com, and charged its founder and others with violating piracy laws.

The indictment accuses the company of costing copyright holders more than $500 million in lost revenue from pirated films and other content. The indictment was unsealed Thursday, one day after websites shut down in protest of two congressional proposals intended to thwart the online piracy of copyrighted movies and TV programs.

Megaupload.com has claimed it is diligent in responding to complaints about pirated material.

The indictment says at one point, Megaupload was the 13th most popular website in the world.



Read more: http://www.foxnews.com/scitech/2012/01/19/feds-shut-down-file-shari...

Anonymous ataca sites do governo dos EUA após fechamento do Megaupload

O grupo afirma ter derrubado os sites da Justiça Americana, Universal Music e da Associação da Indústria de Gravação da América

"O Governo derruba o #Megaupload? 15 minutos depois o #Anonymous derruba os sites do governo e das gravadoras

São Paulo - Após um breve período de silêncio, o grupo de hackers Anonymous voltou à ativa na noite desta quinta-feira com um discurso de vingança.

Pouco tempo depois da notícia de que o site de compartilhamento de arquivos Megaupload.com foi retirado do ar pelo FBI, acusado de pirataria, o grupo atribuiu a si os ataques que desativaram endereços da Justiça Americana, Universal Music e da Associação da Indústria de Gravação da América.

O anúncio foi feito na página do grupo no Twitter (@anonops), por volta das 19h. "O Governo derruba o #Megaupload? 15 minutos depois o #Anonymous derruba os sites do governo e das gravadoras", diz um dos tuítes.

O perfil continua sendo atualizado com a descrição de novos ataques, com a hashtag #Megaupload e pedidos de liberdade da internet. E já avisou que será uma "longa noite" de operação. "Vocês deviam ter previsto", afirmaram em outro post.

O Megaupload.com, um dos dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, saiu do ar depois que o FBI indiciou seus funcionários por pirataria. Como parte da operação, foram presos quatro executivos responsáveis pelo site, e outros três diretores do endereço serão processados.

A acusação é de que o site lesou proprietários de direitos autorais em mais de US$ 500 milhões ao abrigar contéudo pirateado como filmes e músicas. Durante a noite, a página está fora do ar e não traz nenhum aviso sobre o motivo.

 

http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/anonymous-ataca-sites...

Queima Total: Eu apoio!

Eu também!

Tô nessa. Que apareça uns 500 novos megaupload!!!

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Pessoas... a coisa está "pegando fogo", já derrubaram os sites do FBI, Copyright Office, Department of Justice, Warner Music, Universal Music, Recording Industry Association of America.

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É bom que isso aconteça: Que queimem tudo. Que tirem tudo do ar. É bom que os EUA saibam que quem manda na internet SOMOS NÓS, não eles.

E digo-lhes mais, prezados: Esse negócio de #SOPA e #PIPA tem um cheiro de acordo com países totalitaristas, afinal, reflitam: Se eu não preciso, sequer, provar que o site cometeu o crime, posso tirar do ar (calar) qualquer site que eu quiser, e impedir a propagação de qualquer movimento de revolta na internet!

Muito cômodo para países totalitaristas, não?

São os EUA, mais uma vez, vendendo o mundo pro Diabo em troca de petróleo!

(Não posso provar nada, mas é algo que pode ser bastante real, não acham?)

Maria Thereza do Amaral disse:

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Pessoas... a coisa está "pegando fogo", já derrubaram os sites do FBI, Copyright Office, Department of Justice, Warner Music, Universal Music, Recording Industry Association of America.

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Anonymous seguem em guerra e EUA recuam no apoio a SOPA e PIPA

O grupo Anonymous, coletivo mundial de ciberguerrilheiros, manteve os ataques a alvos preferenciais, nas últimas 24 horas e, além do sítio do governo da França (www.elysee.fr), que amanheceu com a tela branca e nela escrito, em letras garrafais: We Are Legion (Somos uma legião), principal slogam dos insurgentes, foram atingidos outros 14 nos EUA e Europa. Saíram do ar as páginas da Casa Branca, sede do governo dos EUA (Whitehouse.gov), do departamento de Copyright (DOJ, na sigla em inglês), da Universal Music norte-americana e francesa, da associação da indústria fonográfica (RIAA, também na sigla em inglês), da associação da indústria cinematográfica (MPAA) , do Departamento de Justiça (Justice.gov), da federação belga de antipirataria e seu equivalente francês (anti-piracy.be/nl/ e HADOPI.fr), da polícia federal norte-americana (FBI.gov), do senador Christopher Dodd (ChrisDodd.com), que permanecia fora do ar na tarde deste sábado, da Vivendi France (Vivendi.fr), da BMI (BMI.com) e da Warner Music Group (WMG.com).


Segundo nota do grupo, distribuída também pela internet, no início desta tarde, os ativistas seguem com estas instituições na lista de novas ações que irão transcorrer nos próximos dias. A estratégia de protesto do Anonymous parece ter surtido efeito. Em menos de 24 horas, um número consistente de congressistas norte-americanos deixou de apoiar as controversas leis antipirataria, com votações em curso no Senado. Segundo analistas, a ação eficaz contra o Megaupload, maior site de armazenamento e distribuição de dados da internet, provou serem desnecessários o Stop Online Piracy Act, (SOPA), ou o Protect IP Act (PIPA), para se regular a questão dos direitos autorais na web. Ao todo, 19 senadores mudaram seus votos e cinco deputados se posicionaram contra os novos projetos de lei.

Texto completo: http://correiodobrasil.com.br/anonymous-seguem-em-guerra-e-congress...

Obs.: Na verdade eles recuaram porque a lei atual se provou efetiva para os propósitos do governo americano.

Refletindo sobre nossa trajetória interativa.......

Declaro que senti uma grande alegria em participar dos germes de uma ideia, e acompanhar seu amadurecimento e implementação em nossa E=R. Esta alegria somente existe quando abrimos novos horizontes e passamos a acreditar que podemos articular novos destinos. Viver esta emoção remunera regiamente o tempo dedicado a E=R. Não conheço outros sítios onde estes delicados sentimentos são encontráveis neste mar de adrenalina.

Acho que o Augusto foi modesto. Não é apenas significativo para a escola, mas é a primeira defesa da liberdade do conhecimento, em que os usuários tomam iniciativas para proteger seu "patrimônio".

Mas o que eu imaginei, é que se vivemos na zona cinzenta entre a transparência e o poder da grana, duas coisas acontecem.

A primeira, é que o conhecimento relevante que não foi produzido pela rede, que encontra-se aprisionado pelo copyrigth, mas que estão circulando na internet, sem que seus donos possam controlar, estão disponíveis para negócio dentro dos moldes capitalistas onde somente a logica idiota do dinheiro impera.

O custo do aparto policial que a industria terá de montar é enorme em condições normais, em clima  de cibergerrilha então, será muitas vezes maior. No mundo capitalista isto desvaloriza a "mercadoria", e neste momento, creio que mesmo com o fechamento dos servidores, acabamos de "provar" que isto não aprisiona o conhecimento.

O que quero lembrar, é que visto da persperctiva do proprietário investidor, o modelo de negócio é arriscado, as campanhas, subornos, lobies e outras ferramentas do poder são dispendiosas em dinheiro, desgastantes da imagem, e de agora em diante alvo da fúria da legião.

Neste ambiente, proponho a formação de um FUNDO DE ALFORRIA DE CONHECIMENTOS RELEVANTES, que poderia adquirir na "bacia das almas" o resíduo de valor a que os carcereiros autorais são detentores perante a lei.

A segunda decorrência de "nosso feito", é que o conhecimento não está mais somente na biblioteca, mas está assimilado em nossas posturas atitudes e expectativas, e portanto estão sendo "republicadas" pela nossa produção. Pessoalmente não me sinto confortável com nenhuma  das alternativas de publicação que garanta sua livre circulação e também que nenhum f.d.p.  possa registrar o copyrigth e restringir meu acesso a minha própria criação.

Juntando as duas coisas, se conseguirmos bolar uma "licença de republicação" e apresentamos uma proposta de negociação comercial sobre os direito autorais específicos do arquivo, caso a caso, no mínimo podemos exigir o tratamento de clientes, excluindo qualquer referencia a "pirataria". Desta forma, transferimos ao dito proprietário o ônus de apresentar  a documentação de propriedade, discutir preço etc etc, que pode se arratar por anos e anos. 

Visto mais de longe, me parece razoável que nós consumidores de conhecimento, e portanto foco de todos os empreendedores culturais, criemos uma proposta de aquisição do produto cultural com o propósito de liberação (alforria), ao invés da aquisição de copias, como exigiam as antigas mídias. Isto pode ser negociado tanto com a produção já realizada, como também pode tornar-se uma forma de remunerar o produtor cultural e cobrir os custos de produção.

É claro que estas conjecturas valem como estratégia de escaramuças da luta na zona cinzenta que vivemos, porque como sabemos, o conhecimento é livre e não haverá meios de aprisiona-lo.

Augusto de Franco disse:

Caros amigos e amigas,

Em mais um trabalho extraordinário, o Joakim Antonio, da E=R pendurou todos os textos em PDF da Biblioteca em 9 servidores diferentes via Multiupload =  Multiupload, Megaupload, Uploaddking, Uploadhere, Depositfiles, Hotfile, Zshare, Filesonic e Fileserve.

E o Alexandre continua pendurando no torrent (os da letra 'A'. Coisa que o Luiz de Campos já começou a fazer também. E vários outros estão fazendo (não posso citar todos os nomes, simplesmente porque não sei).
Este é um case importantíssimo na nossa trajetória interativa, não é mesmo?

Segue em anexo em Word e PDF o novo catálogo (com links ativos)

Hoje que parei para ler esse negócio do Tor e parece fantástico! Olhem esse trecho: 

Tor also makes it possible for users to hide their locations while offering various kinds of services, such as web publishing or an instant messaging server. Using Tor "rendezvous points," other Tor users can connect to these hidden services, each without knowing the other's network identity. This hidden service functionality could allow Tor users to set up a website where people publish material without worrying about censorship. Nobody would be able to determine who was offering the site, and nobody who offered the site would know who was posting to it. Learn more about configuring hidden services and how the hidden service protocol works.

Acho que em algum momento deveríamos considerar seriamente essa possibilidade -- que, pelo que entendi, fornece a chance de inclusive criarem-se servidores cuja identificação seria dificultada ao extremo!

Onde é o link original, Nilton?


Nilton Lessa disse:

Projeto Tor

Tor is free software and an open network that helps you defend against a form of network surveillance that threatens personal freedom and privacy, confidential business activities and relationships, and state security known astraffic analysis

Tor: Overview


Tor was originally designed, implemented, and deployed as a third-generationonion routing project of the U.S. Naval Research Laboratory. It was originally developed with the U.S. Navy in mind, for the primary purpose of protecting government communications. Today, it is used every day for a wide variety of purposes by normal people, the military, journalists, law enforcement officers, activists, and many others.


Tor is a network of virtual tunnels that allows people and groups to improve their privacy and security on the Internet. It also enables software developers to create new communication tools with built-in privacy features. Tor provides the foundation for a range of applications that allow organizations and individuals to share information over public networks without compromising their privacy.

Individuals use Tor to keep websites from tracking them and their family members, or to connect to news sites, instant messaging services, or the like when these are blocked by their local Internet providers. Tor's hidden services let users publish web sites and other services without needing to reveal the location of the site. Individuals also use Tor for socially sensitive communication: chat rooms and web forums for rape and abuse survivors, or people with illnesses.

Journalists use Tor to communicate more safely with whistleblowers and dissidents. Non-governmental organizations (NGOs) use Tor to allow their workers to connect to their home website while they're in a foreign country, without notifying everybody nearby that they're working with that organization.

Groups such as Indymedia recommend Tor for safeguarding their members' online privacy and security. Activist groups like the Electronic Frontier Foundation (EFF) recommend Tor as a mechanism for maintaining civil liberties online. Corporations use Tor as a safe way to conduct competitive analysis, and to protect sensitive procurement patterns from eavesdroppers. They also use it to replace traditional VPNs, which reveal the exact amount and timing of communication. Which locations have employees working late? Which locations have employees consulting job-hunting websites? Which research divisions are communicating with the company's patent lawyers?

A branch of the U.S. Navy uses Tor for open source intelligence gathering, and one of its teams used Tor while deployed in the Middle East recently. Law enforcement uses Tor for visiting or surveilling web sites without leaving government IP addresses in their web logs, and for security during sting operations.

The variety of people who use Tor is actually part of what makes it so secure. Tor hides you among the other users on the network, so the more populous and diverse the user base for Tor is, the more your anonymity will be protected.


Using Tor protects you against a common form of Internet surveillance known as "traffic analysis." Traffic analysis can be used to infer who is talking to whom over a public network. Knowing the source and destination of your Internet traffic allows others to track your behavior and interests. This can impact your checkbook if, for example, an e-commerce site uses price discrimination based on your country or institution of origin. It can even threaten your job and physical safety by revealing who and where you are. For example, if you're travelling abroad and you connect to your employer's computers to check or send mail, you can inadvertently reveal your national origin and professional affiliation to anyone observing the network, even if the connection is encrypted.

How does traffic analysis work? Internet data packets have two parts: a data payload and a header used for routing. The data payload is whatever is being sent, whether that's an email message, a web page, or an audio file. Even if you encrypt the data payload of your communications, traffic analysis still reveals a great deal about what you're doing and, possibly, what you're saying. That's because it focuses on the header, which discloses source, destination, size, timing, and so on.

A basic problem for the privacy minded is that the recipient of your communications can see that you sent it by looking at headers. So can authorized intermediaries like Internet service providers, and sometimes unauthorized intermediaries as well. A very simple form of traffic analysis might involve sitting somewhere between sender and recipient on the network, looking at headers.

But there are also more powerful kinds of traffic analysis. Some attackers spy on multiple parts of the Internet and use sophisticated statistical techniques to track the communications patterns of many different organizations and individuals. Encryption does not help against these attackers, since it only hides the content of Internet traffic, not the headers.



Tor helps to reduce the risks of both simple and sophisticated traffic analysis by distributing your transactions over several places on the Internet, so no single point can link you to your destination. The idea is similar to using a twisty, hard-to-follow route in order to throw off somebody who is tailing you — and then periodically erasing your footprints. Instead of taking a direct route from source to destination, data packets on the Tor network take a random pathway through several relays that cover your tracks so no observer at any single point can tell where the data came from or where it's going.

To create a private network pathway with Tor, the user's software or client incrementally builds a circuit of encrypted connections through relays on the network. The circuit is extended one hop at a time, and each relay along the way knows only which relay gave it data and which relay it is giving data to. No individual relay ever knows the complete path that a data packet has taken. The client negotiates a separate set of encryption keys for each hop along the circuit to ensure that each hop can't trace these connections as they pass through.

Once a circuit has been established, many kinds of data can be exchanged and several different sorts of software applications can be deployed over the Tor network. Because each relay sees no more than one hop in the circuit, neither an eavesdropper nor a compromised relay can use traffic analysis to link the connection's source and destination. Tor only works for TCP streams and can be used by any application with SOCKS support.

For efficiency, the Tor software uses the same circuit for connections that happen within the same ten minutes or so. Later requests are given a new circuit, to keep people from linking your earlier actions to the new ones.


Tor also makes it possible for users to hide their locations while offering various kinds of services, such as web publishing or an instant messaging server. Using Tor "rendezvous points," other Tor users can connect to these hidden services, each without knowing the other's network identity. This hidden service functionality could allow Tor users to set up a website where people publish material without worrying about censorship. Nobody would be able to determine who was offering the site, and nobody who offered the site would know who was posting to it. Learn more about configuring hidden services and how the hidden service protocol works.


Tor can't solve all anonymity problems. It focuses only on protecting the transport of data. You need to use protocol-specific support software if you don't want the sites you visit to see your identifying information. For example, you can use Torbutton while browsing the web to withhold some information about your computer's configuration.

Also, to protect your anonymity, be smart. Don't provide your name or other revealing information in web forms. Be aware that, like all anonymizing networks that are fast enough for web browsing, Tor does not provide protection against end-to-end timing attacks: If your attacker can watch the traffic coming out of your computer, and also the traffic arriving at your chosen destination, he can use statistical analysis to discover that they are part of the same circuit.


Providing a usable anonymizing network on the Internet today is an ongoing challenge. We want software that meets users' needs. We also want to keep the network up and running in a way that handles as many users as possible. Security and usability don't have to be at odds: As Tor's usability increases, it will attract more users, which will increase the possible sources and destinations of each communication, thus increasing security for everyone. We're making progress, but we need your help. Please consider running a relay or volunteeringas a developer.

Ongoing trends in law, policy, and technology threaten anonymity as never before, undermining our ability to speak and read freely online. These trends also undermine national security and critical infrastructure by making communication among individuals, organizations, corporations, and governments more vulnerable to analysis. Each new user and relay provides additional diversity, enhancing Tor's ability to put control over your security and privacy back into your hands.

Atualização: Mediafire e Fileserve estão deletando arquivos de filmes e vários sites e blogs de séries já estão decretando seu fim e acabei de ver essa imagem rolando no facebook:

Lembrando que são ações contra arquivos de filmes, outros tipos de arquivo continuam por lá.

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